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24/11/2009 - 14:58

Descobri que meu namorado saiu sem me contar, o que fazer?

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dv803009

Namoro começa com a confiança. Com isto, tudo fica mais bonito. Não adianta insistir, se você não confia no seu namorado, não vai rolar uma boa relação. É simples. É duro, mas é verdade. Uma leitora me enviou um e-mail falando que ela descobriu que o namorado dela saiu sem avisá-la. Assim, saiu escondido. Não disse nada. Sabe-se lá para onde, sabe-se lá para quê. E agora?

Primeiro de tudo: como você descobriu que ele saiu? Fuçou nas coisas dele? Procurou? Perguntou para os amigos? Viu a conta bancária? Tá, se seguirmos o pensamento Maquiavélico, os fins justificam os meios. Você descobriu algo. Mas… Valeu a pena? Com o decorrer da minha vida de perseguição, acabei entendendo que não, não vale a pena. Entendi, das piores formas possíveis, que o que os olhos não veem, o coração não sente. É o ditado mais clichê que existe, mas é o mais verdadeiro. Antes de qualquer coisa, antes de qualquer desconfiança, você tem que pensar se você está dando o seu melhor. Se você está se empenhando para o namoro dar certo, se você é fiel, é verdadeira, é honesta e, caso você ache que o seu namorado está fazendo algo de errado, não vá atrás. Coloque na sua cabeça que, seja lá o que ocorra, você não tem culpa. Você deu o seu melhor. Você quis fazer a sua relação dar certo. Ele não deu valor. E lembre-se que não é possível monitorar 24/7 a vida dos outros.

Quem procura, acha. É sempre assim. Não importa o que você vai ler, você sempre vai levar para a negativa. É natural do ser humano. Se você ler algo do tipo “foi legal ontem”, você já vai acreditar que ele fez algo de muito errado com alguma outra menina. Daí você fica chateada, muda o clima e acaba assumindo que fuçou nas coisas dele. Se ele for esperto – como a maioria é – ele vai acabar conseguindo reverter a situação e, mesmo se tenha saído e tenha feito algo de errado, você vai parecer ser a culpada por mexer nas coisas que não são suas.

Caso seja evidente que ele tenha saído ou feito algo de errado, você vai ter que pensar em duas ações:

1 –
encostá-lo na parede e contar a real. Para este caso, fique preparada para o pior. Muito provavelmente ele não vai conseguir se explicar, vai ficar nervoso e jogar a culpa em você. No fim, você vai acabar se desculpando e dizendo que ele tem razão.

2 – dar um basta na relação, sem explicar o motivo. Desta forma, sabendo que houve uma falha na fidelidade, não tem como manter as bases da relação? Ele falhou, você falhou. Então é chegar e dizer que você precisa respirar, pensar, que quer ficar sozinha. Não dê o motivo.

Caso você descubra algo deste tipo e insista em continuar com o relacionamento, se prepare para uma avalanche de indecisões e desconfianças. Se mesmo assim você desejar insistir, tem que deixar tudo isso para trás. É seguir em frente, sem medo e acreditar que o amor, por mais complicado, infiel e difícil que seja, vale a pena.

Você já descobriu algo que o seu namorado fez escondido? Conte para a gente como você agiu aí nos comentários!

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , ,
16/06/2009 - 11:51

A melhor forma de dar – e receber – carinho em um namoro

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Especial Namoro Carinho. 1 – afago, carícia. 2 – meiguice. 3 – cuidado. Carinho é algo que todo mundo quer, mas ninguém sabe dar. Carinho para dormir, carinho no olhar, carinho com as palavras, carinho com a forma de demonstrar o amor, carinho na gratidão, carinho em datas especiais, carinho no sexo, carinho. Namorar e saber ser carinhoso é algo bem difícil e, para piorar, muitas pessoas confundem essa ‘ação’ com carícia. Se seguirmos no sentido denotativo da palavra, o dicionário pode acabar enganando. Carícia. 1 – demonstração de afeto; afago, carinho, meiguice. Não, está errado. Eu não acho que são sinônimos. Em um namoro, o melhor a se fazer é dar carinho. As carícias sempre surgem, mas elas, geralmente, acabam levando os dois para o lado sexual. O carinho leva os dois para o amor.

“Acho que carinho pode ser definido como uma coisa mais completa, que inclui não só o toque físico, mas atenção também. E carícia me parece mais físico, só”, diz Lili*, de 22 anos. Como o namoro é o tempo de descoberta, conhecimento, inovação e mudanças, o carinho é um dos pontos mais importantes da relação: é ele que vai definir se vocês vão ou não ficar juntos para sempre. Afinal, ninguém aguenta viver ao lado de outrem sem se sentir querido, importante, especial. No início, é comum que os pombinhos se apelidem, troquem muitos presentes, frequentem, juntos, os lugares queridos por um dos dois. Com o tempo, costuma-se dizer que a relação ‘esfria’. Na verdade, esta é a hora que evidencia que o carinho está indo embora.

Dar carinho não é só andar de mãos dadas ou lotar o outro de presente fora de ocasiões especiais. Apesar de isso ser muito bom, o ser humano precisa de mais. Movimentos simples, como adicionar um carinho enquanto andam de mãos dadas, pode mudar toda a ação. Fazer carinho na hora do beijo também é importante, é uma forma de você mostrar que está gostando daquilo e não quer que pare. O beijo, aliás, é uma das formas que mais demonstra o carinho do outro: um selinho quando se chega, um beijo inesperado, um beijo mais quente no cinema, um carinho extra, beijos incontáveis…

Além dessas ações de carinho, também é necessária aquela atenção especial para com quem se ama. Se preocupar, mostrar-se interessado nas conversas, discutir o relacionamento dos dois sempre que possível, de forma clara, objetiva, e sincera, ajudar na hora que surgem os problemas, ouvir, surpreender, dizer “eu te amo”, ser compreensível, aceitar mudanças, propostas de vida, imaginar um futuro à dois. São todas essas coisas que definem e prolongam uma relação.

Manter essa preocupação com o carinho acesa mesmo depois de anos de namoro é algo que muita gente não consegue. Aliás, a maioria das pessoas é boa em pedir carinho, mas nunca dá. Ou acha que dá, mas não é o suficiente. Carinho vai de cada um, basta você saber como agradar o outro. Ah! Não vale também fazer esperando receber. Isso tem que vir de dentro, do coração, e ser o mais sincero possível. A vida não funciona por trocas…

E você, como acha que é a melhor forma de dar carinho para o(a) seu(ua) namorado(a)?

* Nome alterado.

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, Situações Tags: , , , ,
08/10/2008 - 09:04

Um dia, alguém tem que ceder

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É grande e antigo o preconceito com as garotas que liberam geral logo na primeira noite do encontro. Enquanto os meninos saem à caça livremente – sem data e hora para chegar no “finalmente”, as meninas têm de se manter firme e forte quando o assunto é sexo. Olha só que paradoxo em que a gente se meteu. Gostamos de sair à noite para caçar e esperamos que a caça seja capturada com facilidade, porém, se conseguimos o que queríamos, a caça perde o seu total valor. No mundo animal, a coisa é diferente. Mas como a gente não é bicho, temos de ser complexos.

Seria quase que uma revolução se todas as mulheres do mundo se reunissem em um movimento que seria contra o sexo na primeira noite. Se houvesse uma lei para isso, os homens iam endoidecer, mas daí, finalmente, aprenderíamos a dar o valor correto a elas. A real é que a gente não sabe o que quer. “Se ela se entrega toda logo de cara, não pode namorar, não. Imagina quantos outros caras já fizeram isso e como ela vai continuar fazendo enquanto estiver comigo”, afirma Rafael. Então ainda somos machistas demais. Homem pode, mulher não pode. Ninguém deveria namorar os meninos e as meninas deveriam se tornar lésbicas! Tá, brincadeira.

Nesta situação, eu não consigo nem dar um conselho para as garotas pois quem é de fato complicado somos nós. Bom, em primeiro lugar, a gente (homens e mulheres) deveria mudar um pouco de atitude e visão. Mas como isso não passa de ideais e o mundo está longe de ser perfeito, acho que cada um deve fazer o que der na telha e começar a prestar mais atenção em si, não nos outros. Se a menina está com vontade, ela tem todo o direito de sair às ruas para achar um menino e fazer o que quiser. Se os homens estão a fim, também. Só não vale depois ficar julgando que tal garota é X. Ninguém tem este direito…

Para as meninas, não se preocupem. Todo mundo, um dia, arranja a sua cara metade. E o melhor é que você pode testar quantas quiser antes… Por fim, você acaba encontrando-a em várias situações. E elas podem ser durante o sexo mais incrível da sua vida ou enquanto você trabalha, do outro lado da bancada colorida, sem ao menos perceber que ali está o grande amor da sua vida.

Autor: - Categoria(s): sexo Tags: , , ,
02/09/2008 - 11:17

Quanto menos você corre atrás, mais você o tem?

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Atendendo aos pedidos da Julia, que comentou no último post pedindo uma explicação de porquê quanto menos você corre atrás de seu namorado, mais ele corre atrás de você, vou tentar fazer um post simples e prático sobre o assunto. Na vida, todo mundo é obrigado a ouvir essa frase pelo menos uma vez. Logo quando a gente começa a namorar, alguém chega e diz que não é para você correr atrás da garota que só aí que ela vai te valorizar um pouco. Não posso dizer que é mentira, mas também não posso afirmar que é um fato. É um risco.

Minha mãe me fala que todo mundo gosta de ter um bobo no seu pé. Isso sim é verdade. Hoje em dia eu conheço muita gente que namora só para ter alguém atrás o tempo todo e, é claro, ter a segurança de que sempre que bater a vontade de beijar alguém, terá uma pessoa te esperando do outro lado. A grande questão é que, com isso, a gente acaba não enganando somente a pessoa que está conosco como enganamos à nós mesmos. Isso não é um relacionamento sadio para ninguém. Viver nessa vida de “mascarar a insegurança” só gera uma pessoa cada vez mais insegura. Ninguém precisa disso para viver, não é mesmo?

Voltando ao assunto de correr atrás, eu acabei acreditando que o ser humano gosta de ser mal tratado. Quando a gente quer dar carinho, a pessoa gosta, mas se sente querida o bastante para parar de te dar atenção. Por que isso acontece? Pois quando uma pessoa se mostra sempre presente, a outra acredita que vai tê-la a qualquer hora. É a mesma coisa da relação de comodismo que eu disse aqui em cima.

Quando a gente para de ir atrás de alguém, a pessoa logo sente esta falta e se toca que pode ter se acostumado errado, então vem atrás de você porque acredita que “te perdeu”. O objetivo, então, é reconquistar a pessoa para ela voltar a ficar ao lado da gente o tempo todo. Deu para entender a relação estranha que a gente acaba criando em nossa cabeça? Quando temos alguém para dar carinho, ficamos com medo de nos esforçar ao máximo para confortar tal pessoa porque ficamos com medo de que ela vai se afastar. Quando recebemos muito carinho, porém, acabamos nos enganando e acreditando que a pessoa vai nos dar carinho para sempre. Sem contar que, com isso, acabamos esquecendo que tal pessoa também tem necessidades de carinho e acabamos cobrando somente o que nos faz bem, mas nunca estamos presentes para as necessidades dela

De todas essas frases clichês que definem os relacionamentos, somente uma funciona pra mim: quando a gente perde é que a gente sente falta. Diz aí se não é verdade?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, Situações Tags: , , ,
26/08/2008 - 14:06

Mulher demais igual à vida de sobra?

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Pois quem disse isso não fui eu. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, revelou que homens – com mais de 60 anos – de 140 países poligâmicos vivem 12% mais do que homens de outros 60 países monogâmicos. Pergunto: quais são esses 140 países poligâmicos? Existe tanto país no mundo assim? Poxa vida! Voltando… As explicações para estes números seriam que homens que têm filhos passam a cuidar mais da saúde, pois têm outras pessoas com quem se preocupar e que as mulheres acabam, um dia, cuidando dos homens. Quando eles ficam viúvos, ninguém mais cuida deles. Owwn…

Conversa vai, conversa vem. Acabei entrando em uma discussãozinha sobre viver vários relacionamentos ao mesmo tempo. Quem nunca fez isso na vida que atire a primeira pedra. O problema é que é natural do ser humano buscar essas aventuras por fora do relacionamento. Por mais monogâmico que alguém afirma ser – isso levando em questão os princípios ocidentais de educação e vida – a gente sempre acaba dando uma pulada de cerca. Por que o homem – e a mulher, é claro. Homem, neste post, significa “ser humano”. É um problema de linguagem – faz isso? Simples: porque somos todos inseguros.

Explico. Quando a gente alinha a nossa vida com a de alguém, paramos com aquele lance de nos sentirmos desejados pelos outros. Por questões óbvias, paramos de sair tanto e, conseqüentemente, nos envolvemos com menos pessoas. Porém, chega uma hora no namoro que a gente precisa de um tempo pra nós. É quase impossível não passar por essa fase. Tem aquele período quando ficamos tão inseguros que achamos que nem o nosso parceiro sente mais desejo por nós. É aí que acabamos fazendo a besteira. Como evitar isso? Acho que é preciso todo um trabalho de auto-confiança e uma relação bem clara quando o assunto são as partes envolvidas nela.

E sobre manter duas relações ao mesmo tempo? Mentira tem perna curta, não é isso que a nossa mãe fala? Ninguém é de ferro e a gente sempre deixa escapar alguma coisinha boba, que vai acabar nos denunciando. O certo é não tentar ser poligâmico, não. O certo é curtir a sua relaçãozinha da forma mais segura possível. De vez em quando, um deslize é até perdoável. Mas isso, quando freqüente, machuca e muito.

Para quem quiser ler a notícia dos homens poligâmicos na íntegra, clique aqui.

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , , ,
19/08/2008 - 12:28

E quando o sexo se torna a prioridade?

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“Ele é supeeeer fofo comigo, mas tem vezes que eu gostaria de ir para o cinema, comprar uma pipoca e realmente assistir o filme junto com ele. Ele me chama para a casa dele depois da aula, quando os pais dele não estão em casa, mas nem sempre eu topo, tenho medo da nossa relação se resumir somente a isso e todo o romantismo ficar de lado”.

A frase acima é de uma leitora do blog, que mandou um e-mail ontem de noite – momentos antes de eu decidir o que iria escrever aqui hoje – com uma dúvida que, bem, não é só dela. Sexo é bom, fato. Mas é difícil lidar com o assunto quando estamos na adolescência ou quando acabamos de descobrir o ato. Ontem mesmo eu me peguei pensando como que tudo gira em torno do sexo e como a indústria pornô enriquece. As músicas, as histórias, os programas de televisão, os filmes e até as séries infantis. Hoje em dia, tudo tem que receber uma pitadinha de sexualidade para funcionar. Até aqui, no iBoy, dá pra sentir que o pessoal participa mais quando o assunto é esse. A questão é: o sexo é o que movimenta um relacionamento?

Dia sim, dia não

Não existe um tempo ideal para fazer sexo, nem a quantidade mais bacana ou os dias que se deve praticá-lo. Há dias em que estamos meio jururus e queremos ficar quietinhos, ir ao cinema, jantar juntinhos e ficar só no chamego, com carinhos e beijos. Mas há alguns dias em que acordamos com tudo em cima. O problema do sexo é que, de tão gostoso, vicia. Muita gente peca em um ponto crucial no relacionamento, deixar o sexo ficar acima de todo o resto que é legal fazer a dois. Não é errado, de forma alguma, querer fazer amor todos os dias. Mas eu acho que tem que ter um limite, um bom senso e respeito. Nunca – nunca mesmo – o parceiro deve achar que o namoro é só sexo.

Para quem acha que está sozinha nessa, como a leitora que me mandou o e-mail, saiba que não. Quase todo mundo acaba passando por essa fase em um relacionamento. Tem gente que não vive no mesmo timing, que passa por alguns problemas em certa época da vida e acaba deixando o sexo para depois, como eu já disse aqui. Enquanto isso, o outro pode estar numa fase muito boa e, por isso, acaba deixando de lado as preocupações do parceiro e prioriza o sexo. E o pior: se o outro é sincero e diz que não vai rolar, começa a rolar toda uma paranóia de que o tesão se foi.

E o tesão, foi mesmo?

Não. É o seguinte, pense em antigamente, quando você ainda era virgem e ficava de casinhos com as pessoas do colégio. O sexo era obrigatório? Você não sentia atração pela pessoa mesmo sem ele? Pois bem, o tesão do seu parceiro não foi embora caso ele recuse o sexo. Você continua sendo atraente para ele e ele continua te achando linda – talvez mais do que nunca.

Uma frase que eu lembro até hoje é de uma amiga, que me falou que “existem coisas bem mais legais para se fazer a dois do que sexo o tempo todo”. Eu, que vivo num mundo distante e tenho a cabeça no céu, só percebi que isso é a mais pura verdade quando consegui ver a forma que a pessoa que eu amo me acalma.

Com sexo ou sem, a parte mais gostosa de qualquer relacionamento é deixar a sua vida ser compartilhada e misturada com a de outra pessoa.

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