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04/11/2009 - 15:44

Tem como manter um relacionamento aberto de forma saudável?

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Nestes tempos modernos em que estamos vivendo, é comum achar por aí pessoas que namoram, mas ficam com outras pessoas. São aqueles que chamam sua relação de ‘relacionamento aberto’. Ou seja, você namora alguém, mas pode ficar com quem quiser. Se rolar, pode até compartilhar e interagir. Enfim, as possibilidades vão de um para um milhão.

Primeiro, vamos ver qual é a lógica do relacionamento aberto: você namora alguém, mas é livre para ficar com todo mundo. Dependendo dos limites, pode fazer o que quiser com quem quiser. Daí quando bate a carência, você corre para quem namora. Não entendo muito bem estas coisas, mas acredito que os ‘namorados’ acabam ficando com a parte chata da relação aberta, não? Assim: todas as brigas, as discussões, os mal entendidos… Eles vão rolar sempre com quem? Por outro lado, se você tem a mente aberta o bastante para isto, pode pensar que, caso queira namorar desta forma, é bom ter sempre alguém para correr e abraçar quando sentir vontade, né? É tipo uma forma de se sentir seguro e querido o tempo todo e, ainda assim, alimentar o seu ego pegando geral por aí.

Relacionamento aberto não é só curtição, não. Para você se enfiar em um, tem que gostar muito da pessoa e ter muito – muito mesmo – pouco cíume. Além disto, nunca pode brigar com o seu companheiro por causa de meninas. Afinal, vocês que decidiram tomar esta vida, né? Muitas pessoas dizem que abrir a relação em um certo momento da vida à dois é bom para revigorar, para limpar a alma e dar a certeza ao outro de que é você mesmo que ele quer. Motivos existem de montes.

Tem gente que consegue viver numa boa com uma relação assim. Ah, tem também aquelas pessoas que gostam de dar mais liberdade à relação quando o assunto é sexo. Quantas vezes não vemos gente que namora e, vez ou outra, chama alguém para participar das noites calientes? É a mesma coisa: se você está afim de dar uma animada e diferenciada no seu namoro, é superválido interagir. Claro, é preciso muita conversa, muita compreensão e, acima de tudo, combinar tudinho antes de qualquer tentativa para não rolar nenhuma briga. A sensação, depois que acontecer, pode ser um pouco estranha. Você pode se sentir traído, pode pensar que seu parceiro vai te deixar para sempre… Mas talvez ele goste mais ainda de você.

Esse lance de relação é muito particular. Tem gente que não encana muito, tem gente que não deixa o namorado nem olhar para o lado. Uns são felizes, outros não. É de vocês dois. Se quiserem, se os dois tiverem vontade, tentem. Só não vale ficar fazendo joguinho do tipo ‘se você quer, eu topo’. Os dois têm que querer. Caso contrário, não deve rolar! Não faça nada por obrigação, mas sim por vontade.

E você, conseguiria ter um relacionamento aberto? Comente aí!

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16/09/2008 - 17:08

Relacionamento aberto: cola ou não cola?

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Ah, essa modernidade. Nos tempos dos meus pais, namorar com alguém era sinônimo de exclusividade, de perda de liberdade, de estar apaixonado por uma pessoa, onde “uma” não é um artigo indefinido. Atualmente, muito se fala sobre os relacionamentos abertos, que são nada mais do que a falta de um relacionamento fixo, firme e viável. Em minha opinião, um relacionamento aberto pode ser duas coisas distintas. Vamos lá…

O primeiro caso é das pessoas que não descobriram ainda o amor. Ficar com alguém por segurança e por gostar bastante não quer dizer que você está apaixonada por tal pessoa, não. É aquele lero-lero de sempre, você só vai saber que está amando quando, de fato, amar. Por isso, muitos jovens entram nessa onde de relacionamento aberto. A pessoa é querida o bastante para ser “namorado”, mas não é grande o bastante para ser único. Entende a relação? Quando você não gosta de verdade de alguém, quando você não está apaixonada, você não vai ligar muito para o que a outra pessoa irá fazer. Rola, de vez em quando, até um pouquinho de ciúme, mas tudo é passável.

O outro caso é quando as pessoas realmente se amam, mas, por alguma falha, deixam que o relacionamento tome proporções “estranhas”. É aquilo, você segue o tempo todo por um caminho correto e, sem querer, você desliza… E gosta. Os relacionamentos abertos criados por quem realmente se gosta geralmente vêm de uma relação que perdeu a graça e precisa de um apoio, uma novidade para se manter viva. Daí os cônjuges acreditam que a opção é variar. Por mais gostoso que se pareça na hora, a insegurança que isso irá criar em cada um pode gerar o final definitivo da relação.

Eu, que sou cabeça oca e venho vivido um tanto, aprendi que relacionamentos abertos definitivamente não são legais. Ou você ama alguém e se entrega totalmente para tal pessoa – de corpo e alma – ou fica disponível para poder variar.

Claro que isso é a minha opinião e você pode não concordar com nada do que eu falei. Se tiver interesse, leia “O Amor Líquido”, de Zygmunt Bauman e, devagar, tente entender como funcionam os relacionamentos atuais.

E você, já viveu algum relacionamento aberto? Se sim, conte sua experiência pra nós! Se não, conte o que você acha do assunto nos comentários 😀

Beijossssssss

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