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20/01/2010 - 14:38

Privacidade, fidelidade, sinceridade

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Resolvi, hoje, fazer um título direto, sem delongas. Privacidade, fidelidade e sinceridade. Talvez estes sejam um dos grandes conflitos nos namoros atuais. Com a internet, tudo ficou mais dúbio, mais duvidoso, mais provocante. Enquanto jovens e solteiros, seguimos a nossa vida de forma simples: tudo o que fazemos importa a nós. E somente a nós. A partir do momento em que entramos em uma relação, o conflito: o que compartilhar?

Eu demorei a entender que a vida a dois é, ao mesmo tempo que junta, separada. É difícil, complicado e… fácil! Seguinte, mesmo que você comece a namorar, você não precisa dividir tudo com o seu namorado. E isso vale para o noivado, para o casamento, para qualquer momento da vida. Namorar pede fidelidade e sinceridade (que, sim, são coisas diferentes). E pede a bendita privacidade.

Por mais juntos que estejamos, existem coisas que são só nossas e ninguém tasca. Existe, é claro, uma grande tentação para você fazer parte totalmente da vida do garoto. Uma vez disse aqui que é legal trocar senhas de email e Messenger com quem você se relaciona. Errei. Não é legal. Aquele é um espaço teu, uma coisa tua, onde só você tem o direito de olhar. E não é somente a vida online que deve ser particular, não. Existem várias outras coisas da vida que não podem (e não devem) ser divididas.

Dois não se tornam um, infelizmente. Espiritualmente, até pode rolar. Isso acontece quando existe aquela ligação máxima entre duas pessoas que se amam. Que se amam de verdade. Quando um se preocupa com o outro, quando um é feliz pelas conquistas do outro. Fisicamente, existe a necessidade de separação. O ser humano é, como todos sabem, egocêntrico. Nós, mesmo negando, conversamos com as pessoas com um teor um pouco sexual, na expectativa de prospectar, de se sentir querido. Existem coisas que o namorado não precisa saber, contanto que você faça sua parte: seja fiel e sincera. De nada adianta namorar se você não quer mais o bem do outro ou se você faz coisas escondidas.

O namoro, como eu sempre insisti, não pode ser, de maneira alguma, uma competição. O namoro é uma ligação, uma junção. E só.

Beijo!

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08/12/2009 - 17:02

Vivendo um namoro que não existe mais

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Chegou, semana passada, um dos emails mais complicados que eu já recebi na vida. Ela, 16 anos, apaixonada por um garoto que conhecia há um mês. Viveram um tempo tão bom de companheirismo, carinho e compreensão que a vida a dois se tornou a melhor coisa do mundo. Os amigos invejavam, é claro. Um dia, assim, do nada, ele terminou. Terminou daquela forma que um bom menino adora terminar uma relação: ‘tô no último ano do colégio, preciso estudar‘ ou ‘não quero ficar preso a ninguém‘. Ela, ainda apaixonada, resolveu tentar ficar próxima, para ser amiga, para não ser esquecida. E aí, do nada, ela se pegou na dúvida: ué, estou namorando ou não? Com a aproximação, ele cobrou atitudes, jogou, teve ciúme, pediu fidelidade – mesmo ela não devendo mais nada à ele. Ela vive em uma DR constante.

O problema da relação começou lá em cima, quando os dois se conheceram, viraram amigos e tentaram uma relação. Claro, não é impossível, mas eu acho supercomplicado uma amizade virar namoro. Sabe por quê? Porque eu acredito que quando a gente tem é amigo de alguém, trocamos muitos segredos que nunca trocaríamos com a pessoa que namoramos, por exemplo. Depois disso, a relação ficou ótima. Mas é claro, pô! Provavelmente, vocês continuaram sendo bons amigos, só que com uma pequena tensão sexual no meio da relação, no meio das conversas, das brincadeiras, do compartilhamento de vida. Quem assistiu algum episódio de Dawson’s Creek sabe do que eu estou falando. O seriado é um tanto antigo, mas a história é a mesma. Hoje em dia, temos algo parecido em Gossip Girl, com a Blair e o Chuck. O que quero dizer é: quando você conhece muito o jeito de uma pessoa, sabe as suas manhas e truques, acaba cobrando no namoro.

O menino, claro, deve ter se tocado que a relação de amizade tinha se tornado algo a mais, mas não tãããão a mais. Ele gostava de ser seu amigo, mas não queria ser preso à você como um namorado. Se ele terminou, o que você deveria fazer é ficar longe. Eu sei que a relação ainda é forte e dolorida, primeiramente porque você sempre gostou dele. Deve ter sido paixão à primeira vista, sem sombra de dúvidas, mas você alimentou uma relação de amizade para tentar se enganar, para chegar perto do garoto e compartilhar as situações da vida com ele. No instante em que vocês se beijaram, você já deveria saber que nunca, nunca mesmo, você conseguiria voltar com o que teve um dia. É uma escolha difícil que temos que fazer algumas vezes em nossa vida.

Em momento algum vale a pena você discutir com ele a relação – que já não existe mais. O correto, agora, é tentar se afastar o máximo possível. Sair com gente nova, diferente, tentar conhecer outros lugares para poder, assim, ocupar aquele espaço que era dele na tua vida. Só assim é que você vai começar a deixá-lo ir. De resto, tem que aprender dar tempo ao tempo. E respeitá-lo. Sempre que trocamos os pés pelas mãos, dá besteira.

Alguém já passou por uma situação semelhante, de viver uma relação que não existe mais? Comente aí!

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24/11/2009 - 14:58

Descobri que meu namorado saiu sem me contar, o que fazer?

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Namoro começa com a confiança. Com isto, tudo fica mais bonito. Não adianta insistir, se você não confia no seu namorado, não vai rolar uma boa relação. É simples. É duro, mas é verdade. Uma leitora me enviou um e-mail falando que ela descobriu que o namorado dela saiu sem avisá-la. Assim, saiu escondido. Não disse nada. Sabe-se lá para onde, sabe-se lá para quê. E agora?

Primeiro de tudo: como você descobriu que ele saiu? Fuçou nas coisas dele? Procurou? Perguntou para os amigos? Viu a conta bancária? Tá, se seguirmos o pensamento Maquiavélico, os fins justificam os meios. Você descobriu algo. Mas… Valeu a pena? Com o decorrer da minha vida de perseguição, acabei entendendo que não, não vale a pena. Entendi, das piores formas possíveis, que o que os olhos não veem, o coração não sente. É o ditado mais clichê que existe, mas é o mais verdadeiro. Antes de qualquer coisa, antes de qualquer desconfiança, você tem que pensar se você está dando o seu melhor. Se você está se empenhando para o namoro dar certo, se você é fiel, é verdadeira, é honesta e, caso você ache que o seu namorado está fazendo algo de errado, não vá atrás. Coloque na sua cabeça que, seja lá o que ocorra, você não tem culpa. Você deu o seu melhor. Você quis fazer a sua relação dar certo. Ele não deu valor. E lembre-se que não é possível monitorar 24/7 a vida dos outros.

Quem procura, acha. É sempre assim. Não importa o que você vai ler, você sempre vai levar para a negativa. É natural do ser humano. Se você ler algo do tipo “foi legal ontem”, você já vai acreditar que ele fez algo de muito errado com alguma outra menina. Daí você fica chateada, muda o clima e acaba assumindo que fuçou nas coisas dele. Se ele for esperto – como a maioria é – ele vai acabar conseguindo reverter a situação e, mesmo se tenha saído e tenha feito algo de errado, você vai parecer ser a culpada por mexer nas coisas que não são suas.

Caso seja evidente que ele tenha saído ou feito algo de errado, você vai ter que pensar em duas ações:

1 –
encostá-lo na parede e contar a real. Para este caso, fique preparada para o pior. Muito provavelmente ele não vai conseguir se explicar, vai ficar nervoso e jogar a culpa em você. No fim, você vai acabar se desculpando e dizendo que ele tem razão.

2 – dar um basta na relação, sem explicar o motivo. Desta forma, sabendo que houve uma falha na fidelidade, não tem como manter as bases da relação? Ele falhou, você falhou. Então é chegar e dizer que você precisa respirar, pensar, que quer ficar sozinha. Não dê o motivo.

Caso você descubra algo deste tipo e insista em continuar com o relacionamento, se prepare para uma avalanche de indecisões e desconfianças. Se mesmo assim você desejar insistir, tem que deixar tudo isso para trás. É seguir em frente, sem medo e acreditar que o amor, por mais complicado, infiel e difícil que seja, vale a pena.

Você já descobriu algo que o seu namorado fez escondido? Conte para a gente como você agiu aí nos comentários!

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17/11/2009 - 15:50

Menina já pode pedir o garoto em namoro?

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Tic, tac. Tic, tac. O tempo passa, as coisas mudam, a sociedade evolui. Há algum tempo, era inadmissível pensar na ideia de uma menina pedir um garoto em namoro. Também era complicado acreditar que, um dia, os homens usariam roupas rosa. Quiça usar certos tipos de maquiagem. Enfim, os tempos mudaram, hoje vivemos em um meio bem mais liberal e sem tantas paranóias e cobranças. Nos dias em que ficar é o novo namorar, muitas garotas ainda não sabem ‘rotular’ a relação da qual fazem parte. Por exemplo: você está, há uns quatro meses, junto daquele garoto por quem você se apaixonou. Mas ele nunca te assumiu como namorada. Você, é claro, sempre ficou com um pé atrás e nunca se adiantou para classificar a relação. Uma hora, cansa. Você pode tomar atitude?

Olha, eu nunca vi uma garota pedir um menino em namoro. De verdade, acho que seria superlegal se isto rolasse, afinal, não vivemos mais naqueles padrões de anos atrás. Acredito que alguns garotos iam até gostar de ideia, já que a gente é quem sempre tem que pagar o micão de ir lá e oficializar as coisas (e até passar pela ansiedade de não saber se o pedido vai ser aceito ou não). Não vejo, de forma alguma, nada de errado em ser pedido em namoro. O único problema é: as meninas, no geral, têm uma ânsia por querer adiantar tudo. Dois dias após o primeiro beijo, elas já querem saber de namoro, casa e casório. Nós, claro, não somos tão sonhadores e acabamos sempre nos prevenindo.

Quer saber? Vou contar uma coisa para vocês. Já pedi, em toda a minha vida, três pessoas em namoro. A primeira foi assim: eu, com 14 anos de idade, apaixonado por uma garota, escutei os conselhos de uma prima dela e corri para pedir para namorar. Por MSN. Pois é. A coisa foi fria assim. Óbvio, o namoro não deu certo, mas nós vivemos bons momentos e somos amigos até hoje. Minha segunda namorada foi mais intensa. Estava dentro do teatro com ela quando fiz o pedido. Ela riu de forma constrangedora, atrapalhando o decorrer da peça e tudo mais. Por fim, roxo de vergonha, ela aceitou. O namoro até que durou um bom tempo e provavelmente fez parte de uma das fases mais gostosas da minha vida. O terceiro pedido foi via SMS, no último minuto de um dia dos namorados. A resposta demorou mais de 12 horas para chegar, mas veio pessoalmente. Este último sim ecoa até hoje, apesar de todas as diferenças. Enfim, usei o meu exemplo de vida para dizer que sim, sempre quis ser pedido em namoro, mas nunca aconteceu (fica a dica, tá?).

Para as meninas que querem namorar, mas não veem nenhuma ação por parte do garoto, a dica: não apresse e nem anseie por rotular o que você vive. Ninguém precisa saber a sua situação atual, o que importa é que você viva da forma mais intensa e gostosa possível. Em um bate papo informal, pergunte ao garoto se ‘vocês estão namorando’. Caso ele afirme, ótimo. Caso ele diga que não sabe, faça o pedido. É simples, rápido e – acredite – indolor. Se ele pedir um tempo para pensar, claro, dê todo o tempo do mundo para ele.

E as alianças? Outro post, né?

Mas me conta, meninas: alguma de vocês já pediu um cara em namoro? Como foi?

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13/10/2009 - 14:26

Meu namorado é exageradamente perfeito, mas eu não aguento mais. Devo terminar?

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“Tenho 17 anos e meu namorado 18, estamos juntos há 5 meses. O problema é: a vida dele gira em torno da minha. Ele parou de falar com as amigas, não sai mais com os amigos, pede minha opinião pra tudo, não faz nada que possa me magoar, muda qualquer plano por minha causa. Quer namorado mais perfeito? O único problema é o seguinte: EU NÃO ESTOU DISPOSTA A LARGAR MINHA VIDA POR ELE! Se eu estou morrendo de sono, eu gostaria muito mesmo de dormir ao invés de ficar até as 5h da manhã no telefone com ele, eu não quero deixar de ouvir a minha banda preferida só porque os caras dela são bonitos e ele tem ciúmes, não quero deixar de falar com os meus amigos por causa dele, não quero matar aulas importantes pra ficar com ele fora da escola…  Mas acontece que eu sinto que vou perdê-lo se não fizer essas coisas, e eu realmente o amo. Não consigo imaginar minha vida sem ele e sinto que vou me arrepender profundamente se eu não me importar e ele terminar comigo. Então acabo fazendo várias dessas coisas, de forma forçada, não natural. Estou fazendo errado? Ou essas coisas seriam coisas básicas de um namoro? É meu primeiro namorado… Me ajuda?”

Essa é a dúvida da Wendy, que chegou via email há alguns dias. Reclamar da perfeição é um problema, hein?

Vamos lá, Wendy. Começo com o discurso de que ninguém é igual. Cada um é criado de uma forma, cada um vive cercado de determinadas pessoas, cada um tem o seu estilo próprio de vida. Com isso tudo, crescemos nesse mundão aprendendo o tempo todo e vamos, aos pouco, formando a nossa identidade, que, a cada dia que passa, se fixa mais. Seu namorado é assim: meloso, chiclete, grudento, fofo. Você é assim: desligada, que curte ter um tempo para você, que gosta de aproveitar o namoro, mas também gosta de limites e de viver a sua vida. Dizem que os opostos se atraem. Você e ele são a prova disso.

Todo relacionamento, Wendy, pede mudanças. Claro, você não vai abandonar o seu estilo de vida para ficar com um garoto. Isso é absolutamente inviável, já que, no futuro, você vai perceber que o fez muito feliz, mas você ficou para trás, infeliz. O que deve acontecer são conversas e posições. Você disse que realmente o ama, então terá que se esforçar um pouquinho para corresponder ao tipo do amor dele. Ele, no entanto, vai ser um pouco mais difícil de mudar. Por quê? Provavelmente ele é um garoto muito inseguro, desconfiado e carente. Ele deve ter os motivos dele para ser assim, não é proposital, não. Sabe o que acontece com tudo isso? Você não pode dar nenhuma mancada com o garoto, porque toda essa insegurança e ‘cobrança’ dele vai piorar. O mundo dos inseguros é complicado. E eu sei bem disso.

Vou contar o que acontece comigo: sou muito inseguro em relação à tudo. Este problema pega desde a minha aparência até a minha capacidade mental. Nunca acho que sou o bastante para a pessoa que estou ao lado. O que eu faço? Tento dar o meu melhor para ela. Tento estar sempre ali, ser um bom ouvinte, tento ser romântico… Até que, um dia, percebi que tudo o que eu estava fazendo, talvez, não era o que a pessoa queria. Na real, ela mais queria sentir o verdadeiro “Caio” do que esse “Caio” fabricado, que não é real. A passos curtos, fui relaxando e acreditando mais no meu potencial, dando, assim, mais liberdade para a pessoa com quem namoro. E ganhando confiança. O relacionamento começou a fluir melhor, começou a ficar mais gostoso, o outro lado começou a se empenhar mais… O problema aqui é: fazer tudo isso sozinho é difícil e confuso, então, no futuro, um surto pode acontecer. Todo o trabalho desenvolvido vai por água abaixo e parece que você voltou à estaca zero. Recomendo a terapia.

Entendeu o que eu quis dizer, Wendy? Seu namorado é o que muitas meninas gostariam de ter – mas elas, provavelmente, o fariam sofrer. Você, que deve ter uma cabeça mais formada e adulta, é quem o tem. Então segure o garoto. Converse, discuta o relacionamento, diga que você precisa de espaço e que ele, principalmente, precisa curtir a vida dele. Cada um tem uma vida e, por mais juntos que estejam, ela precisa, de vez em quando, ser vivida sozinha, não é?

Não desperdice o namoro, não. Invista, aguente, converse, mude. Sempre há solução!

E vocês, já namoraram alguém como o namorado da Wendy? O que poderíamos sugerir para ela? Comente!

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22/09/2009 - 12:06

O que significa “dar um tempo” na relação?

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Manhã bonita. Você se arruma. Sai de casa, cruza a esquina. Encontra o seu namorado, que está de cara fechada. Um beijo, um abraço. E ele vem com uma história estranha. Você ouve, até que ele conclui: quero dar um tempo. Oi? Como assim, tempo? O que é dar um tempo em uma relação?

Não sei vocês, mas eu encaro o tal do tempo como um tal de término. Acredito que a partir do momento em que uma pessoa pede para não estar com você, seja lá se for para sempre ou por um período qualquer, quer dizer que você está livre. Claro, caso isso ocorra com você, é necessário conversar com o garoto para saber o que ele está querendo com esse pedido. Na minha cabeça, não existe a possibilidade de você namorar sem estar com a pessoa, portanto, o tempo é equivalente ao fim.

Neste período indefinido de vida, você deve se sentir livre para fazer o que tem vontade, sem se explicar ou avisar a pessoa que namorava. Quando você não tem um compromisso com alguém, você tem a liberdade para fazer o que quer. O tempo, mesmo que não seja um final definitivo, é um momento que você deve usar para pensar na vida, pensar na relação, pensar nas suas vontades, objetivos e ideais. E, para pensar na vida, você precisa estar sozinha. Precisa estar bem consigo mesma e precisa acreditar que você não deve nada a ninguém, portanto, não é preciso dar nenhum tipo de explicação para o garoto. Ah, vale lembrar que qualquer cobrança é inaceitável. Você não pode cobrar um comportamento dele e ele não pode cobrar o mesmo de você. Afinal, com o tempo, vocês dois não são mais um só.

Se, por acaso, no futuro, vocês decidirem acabar com esse período confuso e tentarem levar a relação para frente, não é necessário contar tudo o que você fez durante esse tempo. Caso você se sinta melhor abrindo o jogo e falando se fez algo de ‘errado’, não tem problema, mas isso pode gerar situações estranhas para o futuro. Caso o tempo seja um eufemismo para o fim… Bom, não há o que fazer, né? Siga a vida, seja feliz e sinta-se livre. De vez em quando, é bom estar sozinha.

E você, como encara um ‘tempo’ na relação? O que você faz? Comente e discuta aí!

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08/09/2009 - 14:31

Como ser livre na internet sem magoar o seu namorado

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Ai, a internet. Internet é mais difícil que homem machista, mais complicada que namorado mandão, mais terrível que gente ciumenta, mais destruidora que a balada, mais… Bom, a internet não presta. Claro, ela é ótima para várias coisas, como ajudar na pesquisa de trabalhos escolares, ajudar na hora de arrumar um emprego e até na hora de fazer novas amizades através das redes sociais. Mas a internet é má. Ela é muito má. E traiçoeira. E viciante. E, claro, ela termina com as relações amorosas.

Usar e abusar da web enquanto você namora é um grande problema. Isso porque aqui é um lugar onde você não tem limites, não possui uma ‘identidade’ real, não possui rédeas. Em um namoro, a internet, assim como várias outras coisas da vida, deve ser podada. Com certeza, esta vai ser uma das coisas que você vai mais ter dificuldade em fazer. Sabe o por quê?

Porque a internet é o seu porto seguro. Aqui você consegue ser o que você quiser, falar com quem quiser e não se comprometer com nada. E é por que você começou a namorar que você terá que desligar o computador e nunca mais ficar online? Claro que não, né. Há formas de você conciliar as duas coisas em sua vida. Você só vai precisar querer muito – e querer de verdade – isso.

Como se comportar? A melhor coisa a fazer é aprender a se controlar. Primeiramente, veja bem quem você irá adicionar nas redes sociais. Evite meninos que você não conhece para não gerar brigas. Tome cuidado, também, com o que você diz por aí. A internet é pequena, todo mundo conhece todo mundo e ninguém deve confiar em ninguém. Quando você menos esperar, tudo o que você fala pode ser usado contra você. De forma boa ou ruim.

Para não criar casos, use a internet com o máximo de moderação que você conseguir. Evite ‘conhecer novas pessoas’ online. No final, raramente elas agregam alguma coisa em sua vida. O seu namorado, com razão, vai ficar com ciúme de tudo o que você fizer. Se você realmente quer que a relação dê certo, aprenda a deixar essas coisas de lado. Claro, ele também precisa fazer o mesmo, né?

E você? Como é sua relação com a internet?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, Situações Tags: , ,
12/08/2009 - 15:32

Você não vale nada, mas eu gosto de você

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Gente, vocês tão vendo “Caminho das Índias”? Bom, aposto que muitas de vocês estão prestando bastante atenção na Norminha, uma das personagens mais engraçadas – e mais sacanas – da TV atual, né? Dira Paes tá honrando mais do que ninguém a sua trilha, a música que não saí do celular das pessoas no ônibus, a “Você não vale nada, mas eu gosto de você”. Pois é, apesar de ser ficção, você pode encontrar muitas Norminhas por aí. E Norminhos também. E Abels.

Existem, tipo, milhares de situações de pessoas que se apaixonam por alguém que não vale a pena. Ou gente que se submete à qualquer posição e situação simplesmente para ficar junto de alguém. Na novela, por exemplo, tem o caso do Cadore e da Melissa. Esses dias mesmo ela disse que você nunca deve afastar o marido, mas sim a amante do marido. Difícil, né? Para nós, que vivemos na vida real, a coisa pode não ser tão simples assim. Afinal, dependendo do grau do nosso amor para com alguém, nunca é fácil aceitar dividí-lo com outra pessoa, ou até mesmo se humilhar só para ficar junto.

É normal se apaixonar por alguém que não te dá valor. Aliás, é MUITO FÁCIL se apaixonar por alguém assim. Sabe por que? Porque a gente gosta de ser desprezado. Parece que é uma sina de todo ser humano. Principalmente na primeira relação. Quanto mais a outra pessoa ser ‘desligada’ com a gente, mais a gente quer ficar com ela. Talvez por todo um processo de valores, por algo que a psicologia seria ótima em explicar, nós agimos desta forma. Eu, tudo o que consigo dizer é: insista!

Por mais que pareça que a pessoa não vale nada e não te dá valor, se ela está com você, ela sente algo de especial, é claro. Então eu acredito que não vale jogar tudo para o alto por causa dessa sensação, não. Pra mim, todo mundo é capaz de mudar, capaz de se apaixonar, de refletir sobre o seu jeito. O ideal é que você sempre mostre o que você sente e, o mais importante, o que você quer da pessoa.

Toda relação é complicada, né? A gente precisa sempre estar expondo nossas vontades, nossos interesses, nossos limites e possibilidades, para não acabar brigando por baboseiras. É assim que a gente faz as coisas funcionarem.

Mas diz aí: você já gostou de alguém que não valia nada? Comente!

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14/07/2009 - 18:22

Internet: o que era para criar relações, destroçou corações

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Desde quando o Orkut surgiu, em 2004, e entrou em ascensão, muitas histórias de casais que se separaram por causa da rede social apareceram por aí. Vamos entender: o Orkut, um site onde você se relaciona amigavelmente e através da tela de um computador com outras pessoas, virou o vilão. Ali, um espaço público em que qualquer indivíduo pode escrever e se expressar da forma que desejar, teve a força de terminar com milhares de centenas de namoros. Hoje, quase cinco anos depois, o Orkut já não tem mais a força que teve um dia. Poréééém, hoje temos o Twitter, o MySapce, o Facebook, o YouTube e todas esses outros sites que fazem parte de uma gigante rede, chamada Web 2.0, onde o intuito é se auto-promover. E desde quando auto-promoção é traição?

Entender e fazer parte da internet é um negócio terrível. A geração atual, por exemplo, já nasceu submersa em um mundo onde todo mundo é conectado entre si. Para os mais antigos, a internet é, ainda, uma novidade e incógnita. Tente explicar, por exemplo, para os seus avós qual é a graça de escrever, em 140 caracteres, o que você está fazendo em um determinado momento (aka Twitter). Claramente, a resposta será: “e pra que alguém precisaria saber disto?”. Ao mesmo tempo em que é complicada, a internet encanta. Nela, você pode ser qualquer pessoa. Se, por acaso, encontrar alguém no Facebook que seja fã de histórias em quadrinhos, você pode, com ajuda da Wikipédia, se tornar o maior fã de Super-Homem da face da Terra e virar noites conversando sobre o assunto com essa nova pessoa, que virou sua melhor amiga instantaneamente, mas que você nem sabe o rosto (e a foto não vale. Até os leigos usam Photoshop!).

Pois bem, para os que namoram: vocês já devem saber a trabalheira que a internet dá, né? Possivelmente – e eu acredito fielmente que todo mundo que está lendo esse blog já passou por uma crisa de web algum dia – o maior problema ainda não é a internet, mas sim o seu namoro. Se vocês dão shows de ciúme por causa de qualquer scrap, é bem provável que exista entre vocês dois alguma lacuna não preenchida, insatisfeita, que gosta de gerar uma tensão entre os dois. Antes de se namorar alguém, é obrigatório que você esteja totalmente bem consigo mesma, que você confie no seu taco e que esteja apta para se abrir e aceitar mudanças para se relacionar com uma pessoa diferente de você. Estando bem com tudo isso, provavelmente a internet já não causará muitos problemas – assim como várias outras coisas.

Para você que é conectada e entrou em uma relação com alguém que também é totalmente online, você vai precisar, antes de tudo, aprender a ceder. Cara, esse é o tipo de relação mais difícil que existe. Em meio à todo aquele lance de postar fotos no Orkut, no Fotolog, receber e responder comentários, você está criando, do outro lado, uma pessoa doente para ter o mesmo. Nas relações, é difícil encontrar alguém que aceite ouvir o outro ser elogiado o tempo todo, mas não receber nenhum elogio. Provavelmente, se isso acontece com você, o seu parceiro vai sair por aí sedento por carinhos e afins. É triste, porque parece birra de vez em quando, mas é sempre uma insegurança muito grande que as pessoas têm. Além de toda essa questão de imagem na internet, vocês ainda vão precisar aprender a lidar com a questão de responder ou não as pessoas, avaliar o tom das conversar, ver maldade em tudo que você receber, entender o outro, saber diferenciar diversão, pegação, amizade e contatos… Enfim, é um trabalho muuuuito grande a ser feito. Não adianta simplesmente desligar o fio e ficar offline, não. Você não precisa mudar o que você gosta para namorar alguém – e nem o outro precisa fazer isso por você. O que é necessário é trabalhar para que o meio termo seja encontrado, para que os dois aprendam a se respeitar e não ter crises de ciúme quando acontecer algo inesperado. É assim que a web funciona, de surpresas. E você tem que estar pronta o tempo toda para encará-las de forma madura, com noção de que aquilo – por enquanto – é virtual.

Se antes as meninas tinham medo da Playboy, hoje elas teriam que ter medo dos provedores! A internet é um poço de pornografia, de mulheres nuas, de poses sensuais que convidam os meninos – e as meninas – para ‘participar’. Tá vendo como tudo é muito grande e como não dá para tentar agregar, entender e solucionar tudo em um namoro? Então o que se recomenda: viver! Não ligue para a internet, para as pessoas que te cercam, para qualquer empecilho que o seu namoro possa ter. Só viva ao lado dele os momentos que vocês passam juntos, para tentar fazer daquilo o melhor namoro do mundo e tenha a certeza de que, depois, você não irá se arrepender de nada. É assim, nessa ‘rede’ que a gente deveria se espelhar…

E você, tem muitos problemas com a internet em seu namoro? Comente, a gente vai tentar ajudar, rs.

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07/07/2009 - 10:56

Férias de julho: um ótimo tempo para namorar

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As férias do meio de ano já começaram para muita gente e, você que está solteira, deve aproveitar o tempo livre para investir em uma relação. Essa é a melhor época do ano aqui no Brasil: friozinho, muito cinema, chocolate quente e cobertor. Vai dizer que não é perfeito?

Como todo mundo sabe, arrumar um namorado não é lá uma das coisas mais fáceis que existe, né? Além de ter que sair procurando por aí, ainda é bem complicado achar alguém que combine com você. Para um namoro gostoso, é preciso ter ao lado aquela pessoa que compartilha os mesmos gostos, possui as mesmas idéias e curte fazer as coisas que você gosta. Então, a melhor opção é começar a investir naqueles meninos que você já conhece. Seja da escola, da rua, do condomínio… Basta você ficar um pouco maleável para o amor.

O melhor das férias é não ter nada para fazer no outro dia. Portanto, se você gosta de sair de balada, aproveite para fazer uma procura pelas festas da vida. Ficar com caras em balada dificilmente resulta em um namoro, mas quem sabe, não é? Troque telefones, seja gentil, adicione no Orkut. Manter uma relação com pessoas conhecidas na noite sempre pode ser legal, seja para uma futura amizade ou algo a mais.

Aproveite também o tempo livre em casa para pensar na sua vida, organizar as suas coisas e priorizar o que você mais precisa. Namorar é bom, mas não é algo extremamente necessário. A vida à dois é muuuuito difícil e, por isso, se você começar algo nas férias, pode acabar perdendo todo o tempo de descanso se preocupando com o menino. Um namoro não começa, assim, do nada. Leva um tempo até que os dois se conheçam, se divirtam junto e só aí é que a relação começa a ficar mais séria.

Caso você já namore alguém, aproveite as férias para ficar o máximo de tempo juntinhos. Alugue filmes, vá ao cinema, tome café com ele. O mais gostoso de quando os dois estão de férias, sem fazer nada em casa, é não ter preocupação com o tempo e ter a idéia de que esse ‘momento’ nunca irá acabar.

De resto, aproveite… Julho passa ráááápido demais!

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