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31/03/2009 - 14:48

Os amigos, o futebol e o videogame. E eu?

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Toda menina, pelo menos uma vez na vida, passa por essa crise. Quando se apaixona por um garoto, é batata: ele vai dar mais atenção para os amigos do que para ela. Sabe aquela coisa de que entre o futebol e uns beijinhos, ele prefere a pelada (no caso, a que não é você)?

Talvez a psicologia pudesse explicar que, na adolescência, os meninos não dão muito valor para as garotas, só querem saber de diversão. Seria nesse quesito que as meninas entrariam, na diversão, na competição de ver quem fica mais com quem, na vontade de ganhar status. Na guilhotina, se salva o futebol. O que importa é: a gente gosta de ser moleque!

Sabe quando a sua mãe diz que você não tem que gastar a sua adolescência namorando, mas sim curtindo a vida? Pois bem, lá no fundo da gente, é o que gostamos e queremos. Apesar de curtirmos muito o fato de ter alguém para namorar, parece que, por trás, sempre rola aquela vontade louca de jogar bola, zoar com os amigos, se prender no quarto e se acabar em Tibia, Guitar Hero, God of War.

Não, isso não significa o homem prefere o videogame à mulher e que, muito provavelmente, isso é um sinal de homossexualidade. É só uma questão de prioridade para aquele momento da nossa vida, uma grande falta de maturidade. Acredite, não é algo que fazemos com consciência. A diversão é atraente.

E quando você está com ele, com os amigos dele e, mesmo assim, parece que você não existe? Essa é uma das piores sensações que pode acontecer com uma pessoa. Ficar ao lado de alguém, sozinho, é legal. Agora ficar ao lado de alguém que está rodeado de pessoas que você não conhece – ou não gosta, né? As meninas têm um “q” para não curtir os amigos do namorado que só… – é um porre! Parece que o tempo não passa, você nunca sabe o que falar, as pessoas ficam comentando sobre assuntos que você não gosta e, para melhorar tudo, o seu namorado finge que você não existe. Além de ele não tentar incluir você na conversa em momento algum, o cara simplesmente esquece que você está ali e faz a linha ‘não-romântico’. Segurar a mão e fazer carinho é luxo. Dar beijo, então, nem pensar.

Pior do que ficar com alguém que não te reconhece é ficar com alguém que te esconde ou que não lembra que você existe quando há mais pessoas para entretê-lo.

O que você pode fazer? Ou botar a cara no mundo e começar a puxar assunto, se meter na conversa e não se importar se vai parecer ou não chata, ou ficar quieta e esperar a hora para conversar com o seu garoto e cobrar certas ações que ele deveria ter tido com você anteriormente. Caso você não tenha coragem de falar isso para ele – e é o que vai acontecer contigo, muito provavelmente – comece evitar situações como esta. Se ele te chama para fazer algo com os amigos e você já sabe que você vai sobrar, recuse o convite e… Invente que irá sair com os SEUS amigos. Principalmente se aquele menino que ele odeia estiver livre para você.

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