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10/02/2010 - 12:08

Desilusão

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O post de hoje não foi escrito por mim, mas sim pela leitora Adriana, que mandou um e-mail tão legal que eu não tive como não copiá-lo na íntegra e colocá-lo aqui no blog.

“Ultimamente tenho pesquisado muito sobre comportamento masculino e  acabei chegando até o iBoy. Li o blog de cabo a rabo e achei as matérias muito interessante e bem escritas. Resolvi te escrever pq tenho realmente lido muito sobre o ser humano e a sua constante busca pelo “amor”. Muitas pessoas ao meu redor estão com os “corações apertados” ou diria “partidos”, estraçalhados.

rs. Relacionamentos que pareciam tão certos e que acabaram por motivos muito bizarros…

Vc poderia escrever um dia sobre as expectativa que nós criamos no momento em que começamos a sair com alguém. Quando passa pela nossa cabeça que “é este”. Como esta fase é complicada. Não sair por sair…mas quando a gente finalmente consegue sair com aquela pessoa que a gente quis tanto. E como a gente pode colocar tudo a perder se não souber agir com cautela e diria até um pouco de estratégia. Sei que pra essas coisas não existem regras, mas pra mim, a sedução e o amor estão baseados num jogo. Tudo é uma questão de saber como jogar.

Nós mulheres sempre acabamos indo com muita sede ao pote e acabamos botando tudo a perder. Mas existem homens que tbm fazem isso, pq já aconteceu comigo tbm. Mas no geral os homens são mais frios. Não é nem questão de ser chiclete, mas de realmente querer prever um futuro que não está certo ainda. Na verdade nunca estará, certo?

Conversei até com os caras “Dom Juan” que conheço. Os famosos “pegadores” e como eles realmente estudam sobre as mulheres pra poder conseguir pegar qualquer mulher que queiram, mas que nos planos deles tbm está inclusa a vontade de ser pai….e que têm consciência de que um dia vão se render à alguma mulher (que eles dizem que será um fracasso, mas têm consciência de que isso vai acontecer). Viu que confuso?

E por isso tenho acreditado que a gente deve viver um encontro sem pensar no dia seguinte. A gente precisa eternizar aquele momento que desejamos tanto e estamos realizando. O sabor da conquista, sabe? E simplesmente parar de pensar se desta vez vai dar certo ou não. Todo mundo quer achar a sua metadinha, mas me pego pensando: existe essa metade? Homens acreditam nisso? E se acreditam, dá pra sentir?

O ser humano nasce em busca de amor e vai viver sempre atrás disso. Agora, se a gente encontra, isso não sei.

Tô parecendo desiludida? rs…
Acho que desiludida não é a palavra. Mas com certeza com muito pé no chão ultimamente…”

Acho que, ultimamente, tanto você quanto eu estamos desiludidos, Adriana.
Beijo e obrigado,
Caio.
Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: ,
27/10/2009 - 12:59

O ciclo dos relacionamentos

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Todo relacionamento tem um ciclo: você nasce, cresce, se reproduz e morre. Tá, tá, isso é o ciclo de vida humano, mas vai dizer que as relações amorosas são muito diferentes? No máximo, a gente tira o ‘morre’, para aqueles que vivem felizes para sempre e insere um ‘briga’, para aqueles que realmente se amam. Não adianta, quem ama, briga, tem ciúme, faz charme, quer carinho. É assim. Simples assim.

O nascimento
Assmi como acontece com as crianças, quando nasce uma relação, ela é engraçadinha. Os outros chegam e falam ‘que coisa linda’. Os outros chegam e falam ‘que casal fofo’. Vocês estão descobrindo os dedos, a orelha, o próximo, os sentimentos, a fala. Com o tempo e com a ajuda de algumas pessoas, vocês começam a andar. No começo, tudo é novidade. O jeito, as palavras, a família, os amigos, os costumes, as vontades. Esta é a parte boa. Os primeiros seis meses de relação serão, provavelmente, os melhores seis meses da vida de casal. É natural do ser humano querer descobrir, entender e compartilhar. Aproveite este tempo gostoso para viver a vida a dois, namorar bastante, sair, visitar lugares bacanas, conversar e deixar claro as suas vontades. Depois, como toda criança, a gente tem que crescer.

Crescendo!
Crescer, para todos, é difícil. É quando a gente chega na adolescência que começamos a descobrir a sexualidade, começamos a entender melhor como funciona o mundo, como são as pessoas, como é a economia, a política… Ganhamos responsabilidades. Precisamos amadurecer. Nas relações, este período pode levar pequenos dois meses à variados anos. É aquele tempo onde os dois começam a se desentender, onde as vontades parecem não serem mais as mesmas, as brigas se tornam constantes, o ciúme grita, a vontade de ficar junto aumenta. É, realmente, uma fase confusa, bem aquela coisa de adolescente. Estes são, talvez, os momentos que definirão para sempre o que será o seu relacionamento. Se não existir confiança agora, não existirá jamais. Se o amor não for pleno, haverá traições. Se o outro não for sincero, surgirão mentiras. Se os dois lutarem juntos e resolverem, por fim, que devem ficar juntos, terão uma boa vida pela frente.

Se reproduzindo
Claro que a reprodução envolve o sexo e, obviamente, um filho. Como a gente é jovem e ninguém aqui quer ter bebê antes dos 30, vamos encarar de outra forma. A reprodução de um namoro é o momento em que vocês dois começam a fazer planos para uma vida conjunta. Os dois estão crescidos, estão com ideias e ideais formados, querem ficar juntos para valer. É hora de viajar, de conhecer o mundo, de se divertir mais. Hora de conversar bastante para evitar brigas, de entender as vontades e necessidades do outro e tentar suprir. É reproduzir, dentro de você, o outro. É a velha história do ‘dois se tornam um’, que muita gente acha errada, mas que é necessária para qualquer relação. Quando você coloca o outro dentro de você, você começa a desejar o bem, deixa a inveja de lado, fica feliz pelas vitórias. É assim que tem que ser.

A morte
A morte é inevitável. Nós, humanos, ficamos na Terra por um período curtíssimo de tempo. Então porque não aproveitar este tempo da melhor forma possível? Para alguns, o relacionamento precisa morrer. Depois de tentar tudo, finalmente as pessoas entendem que simplesmente não era para ser. Sabe aquele lance de almas gêmeas e tudo mais? Então, vai saber se é real? Tem gente que se completa e nós, meros mortais, precisamos procurar bastante para acharmos quem é esta pessoa. Se não deu certo, a morte é inevitável. É difícil, é dolorida, é perder alguém querido para sempre. Mas é inevitável.

Happpily Ever After
Se um relacionamento não morre, ele tem que ser feliz para sempre. Estão errados aqueles que pensam que, já que um casal está junto por um longo período de tempo, é feliz. Encontramos por aí muitas pessoas que vivem ao lado de alguém, mas são totalmente infelizes por uma série de fatores. Se você está do lado daquela pessoa que te faz sorrir a cada nova manhã, então aproveite o feliz para sempre. O amor é difícil de encontrar, mas quando você acha, não deixe escapar. A sensação é louca, é divina, é maravilhosa. Você já achou?

E aí, concorda com o que eu disse?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , ,
05/02/2009 - 11:34

Amores impossíveis: será que dá para encarar?

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Eu boto a minha mão no fogo para o que eu vou falar aqui: toda menina já se apaixonou por alguém que não podia. Seja um professor, um namorado da melhor amiga, um astro de televisão, um baterista da banda favorita. Não importa quem, mas todo mundo já caiu de amores, pelo menos uma vez, por alguém que nunca iria conseguir ficar juntinho. O pior de tudo é quando você se apaixona por alguém comum mas, por algum motivo, a coisa não rola.

É incrível como a gente permite, sem saber, que o amor se torne a prioridade da nossa vida. Vai dizer que é mentira? Quando você briga com quem gosta, quando se afasta ou até quando tem uma crise de ciúme, parece que nada mais tem graça e a gente só tem vontade de ficar preso no quarto. Agora imagina gostar de alguém, mas ser impossível ficar com esta pessoa?

Vou fazer uma comparação que pode parecer boba, mas se encaixa bem aqui neste assunto. Quem já leu “Crepúsculo” sabe da dificuldade que Bella e Edward passam. Ela é humana, ele é um vampiro. Vampiros gostam de sangue. Seres humanos são cheios de sangue. É uma relação que parece impossível e, já que é ficção, acaba dando certo. Por alguns outros motivos que já apareceram na minha vida, hoje eu acredito que não existe uma paixão que não pode ser correspondida. Claro que não vale se apaixonar por um astro ou coisa assim, mas todo mundo que vive no mesmo ‘patamar de vida’ pode sim ter um final feliz.

Eu acho que existem amores difíceis, daqueles que a gente tem que dar o máximo da gente pra conseguir ficar junto. Tipo a filha que se apaixona por um menino que a mãe odeia e daí tem que enfrentar todo os dias um sermão para conseguir sair com o garoto, ou homossexuais, que passam uma barra diariamente para conseguir ficar junto da pessoa que gosta e, mesmo assim, não podem mostrar o seu afeto em público. Esses são alguns exemplos de gente que sofre para ficar com o outro, mas o amor sempre toma à frente e estimula.

E se você se apaixonar por alguém que não dá para ficar? O mínimo que você pode fazer é tentar. Ir atrás do que você quer, sabe? Dizem que quando a gente quer muito alguma coisa, o Universo conspira para que a gente consiga. Então vai saber?

Conta aí, você já teve algum ‘amor impossível’? Deixe a sua história aqui nos comentários ou lá na comunidade do Orkut do iBoy!

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , ,
11/11/2008 - 14:59

Estou apaixonada, amando ou gostando dele?

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Alguém já parou para contar quantas vezes a gente diz “eu te amo” em um dia? Se você começar a prestar atenção, vai reparar que para se despedir de alguém na internet, acaba soltando a frase. Eu acredito que aqui no Brasil as pessoas esqueceram o que é realmente o amor. Afinal, você já viu nos seriados americanos o impacto que um “I Love You” causa? Nós andamos tão desacostumados que, quando vemos o amor sendo tratado com tanto valor e peso, acabamos fazendo chacota das outras pessoas. E você por um acaso sabe o que é estar apaixonada, amando ou gostando de um menino?

Bom, como você já deve imaginar, são três situações extremamente diferentes. Gostar de alguém é o sentimento básico. Eu gosto daquela pessoa, eu gosto de um primo, eu gosto de uma amiga, eu gosto do meu cachorro. Gostar é sentir afeição, carinho, ter prazer em ficar junto. Mas é um sentimento muito vago, amplo. É básico: ou você gosta ou não gosta. Funciona com as pessoas do mesmo jeito que funciona com os seus presentes de Natal.

Estar apaixonada é um passo acima de gostar. Na verdade, são muitos passos. A paixão é aquela coisa fumegante e efêmera, que vem com tudo e vai embora do nada, sem você ao menos perceber. Quer um exemplo? O garoto do colégio. Sabe quando você fica doidinha por um menino e, quando consegue, o fogo abaixa? Então, é exatamente isso que acontece quando você está apaixonada. A relação pode durar um tempo e até vir a se tornar amor. Mas o que caracteriza a paixão é a força e o tempo.

O amor é um dos sentimentos mais complexos que existe no mundo. Ele não é que nem a paixão, que pode durar uma noite ou alguns dias. O amor é aquela coisa estranha que chega e te prende pra sempre, que faz você passar anos ao lado de uma pessoa simplesmente por ela existir, é quando você fica feliz por qualquer ato que o outro realiza, qualquer avanço, quando o coração fica maluco só de saber que você irá ver quem gosta em instantes, quando você acorda pensando na roupa que irá usar para ver o seu amado, quando você fica disposto a passar a vida inteira ao lado de alguém.

Muita gente desvaloriza demais o amor e faz com que ele pareça um sentimento bobo. Eu acredito que a gente só sabe que está amando quando a gente vive. Logo…

E você, já ficou apaixonada ou amando alguém?


Cena de “The O.C.”, quando Marissa diz para Ryan que o ama e ele responde com um “Obrigado”

Autor: - Categoria(s): Situações Tags: , , , ,
19/08/2008 - 12:28

E quando o sexo se torna a prioridade?

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“Ele é supeeeer fofo comigo, mas tem vezes que eu gostaria de ir para o cinema, comprar uma pipoca e realmente assistir o filme junto com ele. Ele me chama para a casa dele depois da aula, quando os pais dele não estão em casa, mas nem sempre eu topo, tenho medo da nossa relação se resumir somente a isso e todo o romantismo ficar de lado”.

A frase acima é de uma leitora do blog, que mandou um e-mail ontem de noite – momentos antes de eu decidir o que iria escrever aqui hoje – com uma dúvida que, bem, não é só dela. Sexo é bom, fato. Mas é difícil lidar com o assunto quando estamos na adolescência ou quando acabamos de descobrir o ato. Ontem mesmo eu me peguei pensando como que tudo gira em torno do sexo e como a indústria pornô enriquece. As músicas, as histórias, os programas de televisão, os filmes e até as séries infantis. Hoje em dia, tudo tem que receber uma pitadinha de sexualidade para funcionar. Até aqui, no iBoy, dá pra sentir que o pessoal participa mais quando o assunto é esse. A questão é: o sexo é o que movimenta um relacionamento?

Dia sim, dia não

Não existe um tempo ideal para fazer sexo, nem a quantidade mais bacana ou os dias que se deve praticá-lo. Há dias em que estamos meio jururus e queremos ficar quietinhos, ir ao cinema, jantar juntinhos e ficar só no chamego, com carinhos e beijos. Mas há alguns dias em que acordamos com tudo em cima. O problema do sexo é que, de tão gostoso, vicia. Muita gente peca em um ponto crucial no relacionamento, deixar o sexo ficar acima de todo o resto que é legal fazer a dois. Não é errado, de forma alguma, querer fazer amor todos os dias. Mas eu acho que tem que ter um limite, um bom senso e respeito. Nunca – nunca mesmo – o parceiro deve achar que o namoro é só sexo.

Para quem acha que está sozinha nessa, como a leitora que me mandou o e-mail, saiba que não. Quase todo mundo acaba passando por essa fase em um relacionamento. Tem gente que não vive no mesmo timing, que passa por alguns problemas em certa época da vida e acaba deixando o sexo para depois, como eu já disse aqui. Enquanto isso, o outro pode estar numa fase muito boa e, por isso, acaba deixando de lado as preocupações do parceiro e prioriza o sexo. E o pior: se o outro é sincero e diz que não vai rolar, começa a rolar toda uma paranóia de que o tesão se foi.

E o tesão, foi mesmo?

Não. É o seguinte, pense em antigamente, quando você ainda era virgem e ficava de casinhos com as pessoas do colégio. O sexo era obrigatório? Você não sentia atração pela pessoa mesmo sem ele? Pois bem, o tesão do seu parceiro não foi embora caso ele recuse o sexo. Você continua sendo atraente para ele e ele continua te achando linda – talvez mais do que nunca.

Uma frase que eu lembro até hoje é de uma amiga, que me falou que “existem coisas bem mais legais para se fazer a dois do que sexo o tempo todo”. Eu, que vivo num mundo distante e tenho a cabeça no céu, só percebi que isso é a mais pura verdade quando consegui ver a forma que a pessoa que eu amo me acalma.

Com sexo ou sem, a parte mais gostosa de qualquer relacionamento é deixar a sua vida ser compartilhada e misturada com a de outra pessoa.

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