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Arquivo da Categoria Posts antigos

04/11/2009 - 15:44

Tem como manter um relacionamento aberto de forma saudável?

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Nestes tempos modernos em que estamos vivendo, é comum achar por aí pessoas que namoram, mas ficam com outras pessoas. São aqueles que chamam sua relação de ‘relacionamento aberto’. Ou seja, você namora alguém, mas pode ficar com quem quiser. Se rolar, pode até compartilhar e interagir. Enfim, as possibilidades vão de um para um milhão.

Primeiro, vamos ver qual é a lógica do relacionamento aberto: você namora alguém, mas é livre para ficar com todo mundo. Dependendo dos limites, pode fazer o que quiser com quem quiser. Daí quando bate a carência, você corre para quem namora. Não entendo muito bem estas coisas, mas acredito que os ‘namorados’ acabam ficando com a parte chata da relação aberta, não? Assim: todas as brigas, as discussões, os mal entendidos… Eles vão rolar sempre com quem? Por outro lado, se você tem a mente aberta o bastante para isto, pode pensar que, caso queira namorar desta forma, é bom ter sempre alguém para correr e abraçar quando sentir vontade, né? É tipo uma forma de se sentir seguro e querido o tempo todo e, ainda assim, alimentar o seu ego pegando geral por aí.

Relacionamento aberto não é só curtição, não. Para você se enfiar em um, tem que gostar muito da pessoa e ter muito – muito mesmo – pouco cíume. Além disto, nunca pode brigar com o seu companheiro por causa de meninas. Afinal, vocês que decidiram tomar esta vida, né? Muitas pessoas dizem que abrir a relação em um certo momento da vida à dois é bom para revigorar, para limpar a alma e dar a certeza ao outro de que é você mesmo que ele quer. Motivos existem de montes.

Tem gente que consegue viver numa boa com uma relação assim. Ah, tem também aquelas pessoas que gostam de dar mais liberdade à relação quando o assunto é sexo. Quantas vezes não vemos gente que namora e, vez ou outra, chama alguém para participar das noites calientes? É a mesma coisa: se você está afim de dar uma animada e diferenciada no seu namoro, é superválido interagir. Claro, é preciso muita conversa, muita compreensão e, acima de tudo, combinar tudinho antes de qualquer tentativa para não rolar nenhuma briga. A sensação, depois que acontecer, pode ser um pouco estranha. Você pode se sentir traído, pode pensar que seu parceiro vai te deixar para sempre… Mas talvez ele goste mais ainda de você.

Esse lance de relação é muito particular. Tem gente que não encana muito, tem gente que não deixa o namorado nem olhar para o lado. Uns são felizes, outros não. É de vocês dois. Se quiserem, se os dois tiverem vontade, tentem. Só não vale ficar fazendo joguinho do tipo ‘se você quer, eu topo’. Os dois têm que querer. Caso contrário, não deve rolar! Não faça nada por obrigação, mas sim por vontade.

E você, conseguiria ter um relacionamento aberto? Comente aí!

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05/08/2009 - 13:11

O que você NÃO deve fazer depois de tomar um pé na bunda

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Todo mundo já tomou – ou deu – um pé na bunda pelo menos uma vez na vida, não é? Quando é você que termina a relação, é complicado se manter forte na posição, não recair e voltar atrás. Afinal, sentimentos não são brincadeiras. Quando a gente toma o pé, a sensação é a pior do mundo: parece que nunca iremos nos recuperar, criamos uma playlist – se joga no Death Cab – só de músicas de fossa e não dá vontade de sair da cama por nada Tá, é tudo compreensível, afinal, aceitar a idéia de que você perdeu de vez alguém que você gosta é bem complicado, mesmo. Porém, temos que aceitar. E para isso existe todo um guia de coisas que você não pode fazer de forma alguma. Por dois motivos: 1 – não se humilhar. 2 – ele não merece.

Primeira regra: não corra atrás

Nunca. Leia bem: nunca corra atrás. Se um menino te der um pé na bunda, não ouse ir atrás dele. Não se humilhe, lembre-se que quem está perdendo é ele, não você. Além do mais, se a pessoa teve a atitude de te dispensar, ela deve ter algum motivo. Dê tempo para ele pensar, se resolver, tomar um rumo e ver o que ele quer de verdade. “Espero que ela não fique no meu pé, não fique ligando”, afirma Wallace, de 21 anos. Dica? Você precisa ver o que quer realmente para a sua vida, o que vai fazer. Saia com os amigos, viaje, leia, converse na web. Tente esquecer o que rolou. Por mais difícil que seja…

Segunda regra: Não mostre o seu novo trunfo.
Depois que alguém terminar um namoro com você, você não precisa, de forma alguma, mostrar o quanto você o relevou e está bem, obrigado. Isso é meio que vingança. Claro, é gostoso e todo mundo faz. Afinal, revenge is a dish best served cold. Mas acho que varia de acordo com o tipo de namoro que você teve, o respeito que rolou, varia de acordo com o fim, com a história. Enfim. “Não gosto, por exemplo, que ela fique passando com o seu novo ficante ou namorado na minha frente só para me causar ciúmes”, relata Wallace.

Terceira regra: entenda o valor de um ponto final.
Acabou? Terminou? Então é isso. Acabou de vez, de verdade. Se alguém diz que terminou, você não pode ficar esperando uma reação diferente, ficar sonhando com que, no futuro, ele vai voltar e falar com você, para vocês namorarem novamente. Não é assim que funciona. Todo mundo sofre, todo mundo demora para se conformar, é difícil e chato mesmo. Mas não crie falsas esperanças para você mesma. Vá curtir a vida, é seu momento.

Quarta regra: supere.
Ok, esse blog nunca foi um livro de auto-ajuda. Mas considerando a situação atual de quem vos escreve, acredite, depois de muito choro, vem o riso. É um tempo punk mesmo, vai parecer que você está sozinha no mundo e, principalmente, que você não tem mais vida. O ruim de se namorar é que você entra de cabeça na vida à dois e, depois, para voltar à ter os seus hábitos, seus costumes, você se perde um pouco. Parece que tudo fica diferente, que você não é capaz de fazer nada e que o mundo não funciona com você sozinha. Tem o que fazer? Não, né? Acabou, zé fini. Beijo.


É uma boa música, vai…

E aí, você já tomou um pé? Desabafa aí nos comentários, a gente quer saber como foi!

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30/06/2009 - 12:39

Meninas que adoram chegam junto: qual é o problema, hein?

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Esse post poderia ser resumido em: “gente, acorda, a gente tá no século XXI e cada um faz o que bem entende da sua vida, tá?” Mas daí vocês iriam me odiar para sempre. O que acontece é o seguinte: o mundo evoluiu, a sociedade evoluiu, a economia evoluiu, a tecnologia evoluiu, a forma de se relacionar evoluiu, mas as pessoas, no entanto, parece que não conseguem acompanhar essa evolução para certas coisas. Antigamente – ou pelo menos no antigamente de Hollywood – era normal aquelas cenas em que o homem tirava a mulher para dançar nos bailinhos. Acredite se quiser, mas na quarta série eu ainda fazia isso no meu aniversário. Claro, as coisas já haviam mudado bastante, mas ainda tinha todo um charme. Hoje, a gente clama por liberdade sexual, por igualdade dos sexos, por salários maiores, por justiça na política… E ainda tem gente que recrimina as meninas que chegam junto? Oi?

Então, vamos lá. Eu, sinceramente, acho que a gente vive em uma bagunça que só. Começaremos pelo fato da evolução, da liberdade da mulher, das atitudes delas. Hoje, a mulher tem os mesmos direitos que o homem. Aqui no Brasil todo mundo é igual. E não sou eu quem tá falando isso, não. Tá lá no Art. 5º da Constituição Brasileira. “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I –  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”. Claro, essas regras se aplicam à coisas mais sérias, como questões de trabalho, sociais e afins. Mas por quê não aplicá-las na nossa vida, já que fazemos parte desta Constituição?

Garotas, vocês são livres e iguais à nós. Não liguem para os rótulos que alguém pode lhe dar por tomar a iniciativa, por ter coragem e ir atrás do que você quer. Se você está afim de alguém, lute e consiga. Esse lance de ficar esperando os meninos chegarem… Xi, ando reparando que a gente tá mais lerdo do que nunca.

E para aqueles meninos que ainda fazem gracinhas e geram comentários sobre as meninas que chegam na gente, olhem só, já chegou a hora da gente se decidir, né? A gente reclama, reclama, reclama, mas também não fazemos nada. O máximo que rola é criar alguma música de funk rebaixando as garotas à cachorras. Bem, é outro assunto, ok. Mas e a igualdade aí, né?

Por um movimento a favor das mennias com atitude. Um beijo.

E vocês, o que acham do assunto?

Ps. Estou entrando de férias do iG, portanto, pode ser que o blog fique um pouco desatualizado. Mas não vou esquecer de vocês, não. Vou tentar continuar a rotina de posts, ok?

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09/06/2009 - 14:35

Tenho vergonha do estilo do meu namorado

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Especial NamoroHoje a moda anda proporcionando muitas novidades para os meninos. Por exemplo, antigamente, calça apertada era coisa de mulher, blusa curta era miniblusa e maquiagem era algo que nenhum menino nunca tinha tocado. Cada vez mais vaidosos, os garotos estão procurando formas de ficar mais atraente, chamar atenção e se destacar. O problema surge quando você começa a se envergonhar pela forma que o garoto se veste e se comporta.

Eu acredito que uma grande parte do processo de conquista vem a partir do estilo e do jeito do cara. Não fosse isso, talvez, os meninos não iam se preocupar tanto com a moda e com o que usar. Hoje, não é só mais as meninas que levam hoooras para se aprontar para ir para a balada, os garotos também querem se enfeitar, arrumar o cabelo, combinar a roupa… E não, isso não é coisa de gay, não. Se as mulheres lutaram pelos seus direitos, pela igualdade sexual, porque os meninos também não podem ter os direitos de se vestir bem e se preocupar com a aparência? Primeiro de tudo, você tem que colocar em sua cabeça que cada um tem um estilo, um gosto, uma forma de se destacar e de se sentir bem com o que está vestindo, com a sua forma física, com o seu rosto.

Se você não gosta de ALGUMA COISA que o seu namorado usa, você pode, simplesmente, falar para ele a real. “Oh, fulano, eu não curto esse lenço palestino que você usa, não. Acho feio, brega. Pode deixar de lado?”. Se ele concordar, ótimo. Se ele falar que ele curte, bom, você também não vai poder insistir e fazer com que ele deixe de lado algo do estilo dele, da essência. Aliás, mesmo se ele concordar, você não pode folgar e começar a criticar tudo, tipo a calça, a camisa, o tênis, a cueca… Tem limite.

Agora, caso você não goste nada do estilo dele… Bom, é muito complicado isso. Criticar alguém, falar da forma como uma pessoa se veste e se apresenta é uma coisa muito chata. É um ponto do relacionamento que, a partir do momento em que entra em pauta, nunca mais sai. Antes de tudo, para você criticar o estilo do garoto, você tem que saber em que terras estará pisando. É muito fácil criticar alguém sem ver o seu jeito, também. E outra: se vocês chegaram ao ponto de discutir o estilo de cada um, será que o namoro de vocês não está muito no marasmo, não? Porque, para chegar neste ponto, é que vocês estão tentando arranjar sarna para se coçar em outros lugares.

Caso você queira realmente investir no assunto, bom, não vai adiantar você encher o cara de presentes que você curte, mas sabe que ele não irá gostar. Só vai criar uma situação chata. Tente, sempre, conversar e mostrar alternativas para o garoto, diz que aquele estilo dele te deixa um pouco envergonhada e que você acha que ele deveria se preocupar, sim, com a beleza, mas você acha que ele está seguindo no caminho errado. A partir daí, leve a discussão em tom sincero, com cuidado para não ofender o garoto. Se no final vocês chegarem em um acordo, saia para o shopping e comece a dar dicas para ele.

Você já passou por uma situação assim? Como você fez para falar com o seu namorado qeu não gostava do estilo dele? Conte aí!

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02/06/2009 - 13:05

Como demonstrar carinho às minhas amigas sem ser mal entendida

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Especial NamoroA maioria das meninas não veem problemas em andar de mãos dadas, abraçadas, sempre juntas. Quanto maior o grupo de amigas, melhor. E mais fofocas para fazer. O problema é que, muitas vezes, esse ‘andar junto demais’ acaba virando motivo de chacota para outras pessoas. Vivemos em uma sociedade onde as meninas têm o costume de viver juntas, fazendo demonstrações de carinho em público o tempo todo. Porém, ainda existe pessoas que enxergam isso com outros olhos…

Não, andar de mãos dadas não quer dizer que você é lésbica. Se você tem esse costume com as suas amigas, se você gosta de conversar, compartilhar, ser carinhosa, é o teu jeito e você deve mantê-lo. Não ligue para o que as outras pessoas falam, não. Provavelmente, elas têm inveja de você ter alguém que está sempre ao seu lado, alguém confidente.

E como fazer para ser carinhosa sem causar más impressões?

Claro que tudo tem um limite, né? Você pode andar despreocupada com o que os outros pensam, mas exagerar nos carinhos pode render papo para as más línguas que te circulam. Primeiro você deve se lembrar que você não precisa provar nada para ninguém. Portanto, continue fazendo o que você gosta. Agora, para calar a boca de todos de uma vez por todas, tente, também, se relacionar com meninos.

Na adolescência, é comum criarmos “panelas”, nos relacionarmos somente com aquelas pessoas que nos identificamos mais. Com esses laços que criamos, acabamos nos ‘escondendo’ do resto do mundo e fechamos o grupo em tantas pessoas. Aí parece que a nossa vida social é restrita àquilo: pensamos nos melhores amigos, pensamos nas coisas para fazer juntos, pensamos no próximo dia… E assim criamos uma rotina de pessoas, um grupo que a gente quer sempre ver e se restringir. Ali dentro, o mundinho é ideal. Nada nos abala, nada meche com a gente, ninguém briga, ninguém é falso.

Mas a gente cresce, né? E, um dia, assim como deixamos a barra da saia da nossa mãe, precisamos nos desprender desse mundo para dar a cara para bater lá fora. É aí que a gente começa a perceber as besteiras que os outros falavam da gente e a encarar as pessoas de outra forma. O mundo deixa de ser quatro, cinco pessoas legais para abranger 100, 200 ruins. E uma boa.

Mesmo depois dessa fase, se você manter um laço com suas amigas muito grande, é ótimo que você ande de mãos dadas, abraçadas, que brinquem. É delicioso ter alguém em quem se apoiar, sem ter vergonha e confiando. Porém, já vai estar na hora de se envolver com garotos, de entender os meninos, de participar da vida deles também. É assim que, sem querer, você acaba provando algo à sociedade, que não precisa de satisfação nenhuma, na verdade.

O que você deve fazer? Ignorar. Quem muito fala, tem inveja. Se você é feliz assim.. Ué, por que parar

E você, já passou por alguma situação assim? Comente!

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12/05/2009 - 14:08

Ciúme de familiar existe?

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Na minha família, tenho um primo que namora uma menina muito simpática. Nós, que sempre fomos bem unidos, saímos juntos várias vezes e acabei me tornando um grande amigo dessa garota. Eis que surgiu o problema: meu primo, louco de ciúme, começou a inventar algumas histórias com relação a mim e sua namorada. O resultado foi: a menina parou de falar comigo com medo de que ele terminasse a relação com ela. Ciúme de primo vale?

Olha, você pode ter ciúme de quem quiser, mas envolver alguém da família na sua loucura já torna tudo doentio demais para qualquer pessoa. Se você é a pessoa que tem ciúme do seu namorado com relação à uma prima, lembre-se que o garoto teve uma vida antes de te conhecer. Por isso, ele pode ter uma relação totalmente familiar com a essa garota e ela acabou se tornando uma grande amiga dele. É preciso mesmo ter ciúme disso? Tem gente que tem ciúme de celebridade, de melhor amiga, de ex-namoradas e tudo o mais, mas, de primos também?

Primeiro: se você se mostrar tão ciumenta a ponto de tentar acabar com a relação do garoto com a sua própria prima, ele pode se assustar e querer se afastar de você. Afinal, se você o está privando de viver com a família, imagina o que você poderá fazer em relação aos amigos? Sinceramente, eu acredito que não vale à pena levar em frente uma discussão envolvendo qualquer familiar da pessoa. Família é família, cada um tem a sua, com os seus defeitos e qualidades. Se você não concorda com algo, o máximo que pode fazer é conversar sobre o assunto e aconselhar o garoto com decisões que possam ser mais maduras que as dele, mas nunca pedir para ele se afastar de algum membro.

Se o ciúme tiver algum fundamento, tipo, um histórico familiar de relacionamento, converse com o menino e deixe claro o motivo da sua insegurança. Se ele entender e você souber impor o seu ponto de vista, você pode pedir para que ele não exagere nas brincadeiras e intimidades com a pessoa. Dessa forma, o relacionamento de vocês pode encaminhar sem futuras crises. Que tal?

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14/04/2009 - 16:25

A mãe como namorada: e se o menino é um belo de um mimado?

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Um enorme problema que várias garotas sofrem em relacionamento ocorre quando elas se envolvem com garotos que são mimados. Se ele for filho único, é problema na certa. Em muitas famílias, o filho homem é, geralmente, a criança que a mãe tem mais ciúme e mais fica em cima. Por isso, quando a gente cresce, talvez, nos tornemos tão complicados e prepotentes.

Nunca é fácil namorar alguém que seja mimado. A pessoa, por mais legal que seja, sempre quer vencer em uma briga, sempre acha que está com a razão, vai querer mandar em você o tempo todo e achar que o mundo gira ao redor dele. Para piorar, muitos meninos procuram em suas namoradas um espelho de sua mãe, como eu já disse aqui. É o tal do complexo de Édipo mal resolvido, que Freud explicou há muito tempo.

A melhor forma de lidar com esse tipo de garoto é tentar, aos poucos, mudar a educação dele. Claro que a empreitada não será fácil, não. É todo um estilo de vida que deve ser modificado para o próprio bem do menino. Mas cuidado: tenha certeza de que este é um garoto com quem você quer ficar um bom tempo. Caso contrário, você terá um trabalhão para abrir os olhos dele e, depois, ele vai ficar prontinho para uma próxima garota. Ou seja, todo o seu trabalho será em vão.

Para conviver de bem com uma pessoa mimada, a primeira coisa que você deve saber fazer é se impor. Aliás, isso é um estilo de vida que você deve adotar para várias situações. Com você mostrando que também tem opiniões, sabe mostrar o que quer e que, de vez em quando, é bom te ouvir, a pessoa vai começar a amolecer e perceber que, para ficar com você, ela também vai ter que te obedecer. Claro que você não deve virar uma mandona e querer que a relação ocorra da sua forma. Neste caso, você vai acabar virando o jogo e o feitiço vai… Bom, já sabe, né?

Além de se impor e mostrar que você também manda alguma coisa no seu relacionamento, existe todo um trabalho emocional que você vai ter que viver ao lado do menino. Primeiro, vale lembrar que você não é nenhuma psicóloga e, portanto, muitas brigas podem acontecer. Ah! De alguma forma, você terá que fazer o menino entender que você não é a mãe dele e, obviamente, a sua criação é totalmente diferente da dele. Logo, tudo o que ele está acostumado terá que sofrer adaptações.

Lembrando: o que deve mudar são apenas as atitudes. A essência do garoto precisa prevalecer.

E, como já diria Leoni, na música “Garotos” …
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos

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19/01/2009 - 17:47

Êpa: comunidade do iBoy no Orkut?

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Pois é, desta nem eu sabia. Entrem lá na comunidade do Orkut e vamos fazer o seguinte: postem suas dúvidas lá. Toda semana, vou tentar pegar um tópico discutido no Orkut e começar a escrever sobre ele aqui, ok?

Entrem, entrem, entem!

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01/07/2008 - 11:14

Homem, uma espécie em extinção

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Meninas, é melhor vocês ficarem alertas: tá faltando homem. Não que nós paramos de cumprir com nossas obrigações, os problemas são os números, mesmo. Olha só, de acordo com o site HowStuffWorks, os homens têm uma taxa de mortalidade bem maior do que as mulheres, desde quando eles nascem. Já na BBC, uma notícia triste: o feitiço virou contra o feiticeiro, o homem está matando a si próprio. De acordo com uma notícia publicada em março passado, a poluição está diminuindo o número e retardando os espermatozóides masculinos, o que, conseqüentemente, afeta a reprodução humana. E agora, o mundo vai entrar em colapso?

Muito se fala que existem nove mulheres para cada homem, ou três, ou cinco. Em cada lugar, as estatísticas são diferentes, mas não importa. É fato de que elas estão imperando por aí e a gente já não pode fazer nada – eu acho que é tudo culpa das guerras, já que é a gente que vai para a batalha, rs. Então é o seguinte, garota, se você ainda não tem um, é melhor começar a procurar porque, hoje em dia, homem está tão disputado quanto uma vaga na universidade. E como segurar o macho? Se você não quiser recorrer às plaquinhas dos postes das ruas de “amarração para o amor”, é melhor começar a ficar esperta e prestar mais atenção na sua relação.

A coitadinha.com.br

Antes de tudo, por favor, tentem não levar esse post como um texto machista e blábláblá – eu sei que vai chover isso nos comentários, mas vambora. Em sua maioria, as meninas, geralmente, adoram fazer um charminho e acharem que elas são sempre as prejudicadas da relação. Os homens são insensíveis, sem coração, que não amam, só querem se aproveitar delas e toda aquela história de sempre. Olha, de verdade? Muitas vezes as pessoas acabam criando uma enorme tempestade em copo d’água por nada. Sem contar que a gente é sempre a vítima, nunca o culpado. O certo é começar a ver que você também erra e aprender a deixar o orgulho de lado. É isso que impulsiona uma relação.

Então eu preciso fazer tudo pra ele não me trocar?

Não é porque ‘it’s raining women’ que você precisa mudar toda a sua vida e ser submissa ao seu namorado. Só comece a prestar atenção em pequenos detalhes e dar mais valor às atitudes dele que, geralmente, você deixa passar em branco porque está preocupada em ficar fuçando no Orkut das ex-namorada do moço.

Repare: de vez em quando, ele solta um “eu te amo” no meio do nada ou manda uma flor no começo do dia. Mas você sempre se esquece dessas coisas quando, por exemplo, ele não te liga para desejar boa noite… Tá certo isso?

Comenta aí: tá difícil achar homem para namorar atualmente?

Autor: - Categoria(s): Posts antigos Tags:
24/06/2008 - 13:34

O coração só escolhe a pessoa errada…

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Eu bem já tenho os meus 20 anos, então me dou, de vez em quando, com algumas situações bem inusitadas. Há algum tempo, em uma conversa boba na internet, meu amigo me contou uma de suas últimas aventuras sexuais: ele saiu com uma garota de programa. Até aí, tudo bem, cada um faz o que quer e ele já tem idade suficiente para limitar a vida dele. Mas a aventura não acabou aí. Ele se apaixonou pela garota. Não foi uma paixãozinha besta, não. Foi daquelas avassaladoras, que te deixa no mundo da lua e faz até o menino mais rude escrever “Eu (coraçãozinho) Ela” na página do caderno. A atitude dele foi óbvia. Todos os dias, no mesmo horário, ele ia encontrar com a menina na casa em que ela trabalhava, gastava uma grana e ficava conversando com ela, fazendo carinhos e bebendo algo. De acordo com ele, tal garota não lhe dava a mínima. Era claro que ela só queria saber do dinheiro. E ele sofreu. Jogou todas as suas lamúrias em mim e sofreu de amor por alguém que, de acordo com ele, não o merecia. Eu não sei direito qual a idade das pessoas que lêem esse blog (vocês podiam começar a deixar a idade nos comentários), então eu vou amenizar um pouco a situação para comentá-la. Faz de conta que você ficou com o cara mais galinha do seu colégio…

Mudar as atitudes e ações de uma pessoa logo de cara é praticamente impossível. Se você se relaciona com alguém que tem certas manias e um estilo de vida já meio que fixo, provavelmente ele continuará igual, com ou sem você. Mas vamos lá: você beijou o cara e se apaixonou, qual a melhor forma de proceder? Antes de tudo, você tem que pensar se tem disposição para ficar ao lado dele, preparando-se antes para os possíveis machucados que essa relação irá causar. Se sim, vambora pra frente.

Leal e fiel?
A parte mais difícil de qualquer namoro é a promessa de fidelidade e lealdade. Quando juntos, as pessoas perdem a liberdade de ficar com quem quiserem e, muitas vezes, essa é a parte mais complicada da adaptação. Imagina para alguém que tinha a galinhagem como um estilo de vida. Desde o começo de tudo, você terá uma imagem feia do menino – aquele que fica com todas sem pudor. Logo, você vai se achar traída o tempo todo e isso vai ser terrível. A razão é de quem diz a verdade. Foi você quem quis aquilo, então terá que aturar algumas coisas, tentando sempre moldá-lo, por mais estranho que pareça. Se o garoto topou ficar com você, já é uma boa vantagem, você deve ter algo que chamou a atenção dele.

O ombro amigo
Eu sou daqueles que acha que a partir do momento que a gente beija a boca de outra pessoa, devemos a ela fidelidade. Não importa se foi só uma ficada não resolvida, ela dura até o momento em que alguém dá um ponto final. Se o garoto não quiser abandonar a vida dele e você topar isso, peça, ao menos, lealdade e respeito. É para você que ele irá correr no final da noite, quando precisar de colo. E é exatamente aí que você vai roubar o coração dele.

Se você estiver ali para dar suporte à pessoa quando ela precisar, ela sempre acaba caindo de amores por você. Mas como tudo na vida tem um limite, você tem que ver até que ponto ele está te usando. É fácil ter alguém para nos ouvir, mas é difícil ouvir os outros. E ser um pseudopsicanalista sem ganhar nada em troca não é nada legal. Só tome cuidado, é sempre bom.

Para finalizar, a tarefa é difícil e as chances de uma desilusão amorosa quase chegam à casa dos 100%. E meu amigo? Ele tomou coragem e fez o que todo mundo pediu para ele não fazer: levou a garota para a casa, deu um banho de loja, arrumou um emprego para ela e hoje afirma que estão “muito bem, obrigado”. De vez em quando, é bom tapar os ouvidos, ignorar o mundo e seguir o coração…

E você, já teve alguma experiência parecida? Comente!

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