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Arquivo de fevereiro, 2010

23/02/2010 - 14:15

Adeus, meninas.

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Em outubro de 2007, surgia o iBoy. De uma sugestão da amiga Aline, o blog começou bombando, com muitos comentários. Em pouco tempo, criamos, aqui, uma rede de colaboração, de amizade mesmo, onde, além de eu, o autor, escrever posts tentando ajudá-las, vocês, leitoras, ajudavam as suas amigas desconhecidas pelos comentários.

Sempre que escrevia um texto, ficava doido de vontade para ler o que vocês iriam comentar. Me divertia, é claro, com as coisas que vocês escreviam. Me preocupava com algumas outras, mas sempre fui muito feliz em ler o quanto vocês elogiavam os textos que aqui eu publicava. Acho que o meu maior agradecimento é este; por causa de vocês, eu continuei com o blog, continuei escrevendo, respondendo seus e-mails, ajudando nos comentários.

Enfim, quase três anos depois, chegou a hora de terminar com o blog. Como algumas já devem saber, estou deixando o iG nesta sexta-feira. Vou para outra empresa, novos ares, novos desafios e, por isto, o blog não poderá ser continuado.

Foi um bom tempo. Enquanto eu compartilhava a minha vida com vocês, muitas vezes ninguém percebeu que, na real, as dúvidas postadas aqui tinham totalmente a ver comigo, e vocês eram quem me ajudavam. Então, por todas as coisas, eu devo, de novo, agradecer.

O iBoy termina, mas eu continuo online. Estarei no Twitter pra sempre, no Orkut… Podem adicionar à vontade.

Beijos e obrigado,
Caio Caprioli

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags:
10/02/2010 - 12:08

Desilusão

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O post de hoje não foi escrito por mim, mas sim pela leitora Adriana, que mandou um e-mail tão legal que eu não tive como não copiá-lo na íntegra e colocá-lo aqui no blog.

“Ultimamente tenho pesquisado muito sobre comportamento masculino e  acabei chegando até o iBoy. Li o blog de cabo a rabo e achei as matérias muito interessante e bem escritas. Resolvi te escrever pq tenho realmente lido muito sobre o ser humano e a sua constante busca pelo “amor”. Muitas pessoas ao meu redor estão com os “corações apertados” ou diria “partidos”, estraçalhados.

rs. Relacionamentos que pareciam tão certos e que acabaram por motivos muito bizarros…

Vc poderia escrever um dia sobre as expectativa que nós criamos no momento em que começamos a sair com alguém. Quando passa pela nossa cabeça que “é este”. Como esta fase é complicada. Não sair por sair…mas quando a gente finalmente consegue sair com aquela pessoa que a gente quis tanto. E como a gente pode colocar tudo a perder se não souber agir com cautela e diria até um pouco de estratégia. Sei que pra essas coisas não existem regras, mas pra mim, a sedução e o amor estão baseados num jogo. Tudo é uma questão de saber como jogar.

Nós mulheres sempre acabamos indo com muita sede ao pote e acabamos botando tudo a perder. Mas existem homens que tbm fazem isso, pq já aconteceu comigo tbm. Mas no geral os homens são mais frios. Não é nem questão de ser chiclete, mas de realmente querer prever um futuro que não está certo ainda. Na verdade nunca estará, certo?

Conversei até com os caras “Dom Juan” que conheço. Os famosos “pegadores” e como eles realmente estudam sobre as mulheres pra poder conseguir pegar qualquer mulher que queiram, mas que nos planos deles tbm está inclusa a vontade de ser pai….e que têm consciência de que um dia vão se render à alguma mulher (que eles dizem que será um fracasso, mas têm consciência de que isso vai acontecer). Viu que confuso?

E por isso tenho acreditado que a gente deve viver um encontro sem pensar no dia seguinte. A gente precisa eternizar aquele momento que desejamos tanto e estamos realizando. O sabor da conquista, sabe? E simplesmente parar de pensar se desta vez vai dar certo ou não. Todo mundo quer achar a sua metadinha, mas me pego pensando: existe essa metade? Homens acreditam nisso? E se acreditam, dá pra sentir?

O ser humano nasce em busca de amor e vai viver sempre atrás disso. Agora, se a gente encontra, isso não sei.

Tô parecendo desiludida? rs…
Acho que desiludida não é a palavra. Mas com certeza com muito pé no chão ultimamente…”

Acho que, ultimamente, tanto você quanto eu estamos desiludidos, Adriana.
Beijo e obrigado,
Caio.
Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: ,
01/02/2010 - 15:17

A importância de uma carta num mundo de internet

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O título do post pode enganar um pouco, mas o que eu quero falar mesmo é da importância de pequenos gestos em um namoro que, hoje em dia – e com o passar do tempo na relação – acabam esquecidos. Quando foi a última vez que você escreveu uma carta para o seu namorado? Sem ser e-mail, sem ser SMS, sem ser recadinhos no Orkut. Carta, mesmo, escrita à punho, com sua letra, com o seu cheiro e, quem sabe, até com suas lágrimas ali. Aposto que faz tempo. Na real, acredito que muita gente que vai ler este post nunca escreveu uma carta para ninguém. Pois é, deveriam.

Nestes tempos de internet e tudo mais, as pessoas começaram a deixar um pouco de lado estas pequenas – e tão sinceras – demonstrações de afeto, carinho e amor. Uma carta pode parecer besteira, mas quantas coisas que a gente fazia antes que deixamos de fazer agora por causa das ‘facilidades’ que a web proporciona? Além de ser simbólico, é com este ‘trabalho’ que a gente consegue mostrar, de uma das formas mais simples possíveis, que nos preocupamos, que gastamos nosso tempo fazendo algo para o outro.

Ainda a carta, por exemplo, é algo que dura. Que se feita com amor e carinho, o outro vai guardar para sempre, deixar dentro daquela caixa de sapato e, quando ficar bem velho, pegar para lembrar dos momentos da juventude. Até lá, o Orkut pode deixar de existir e tudo de legal que você escreveu pode sumir. A carta é, também, uma ótima pedida para quem quer demonstrar seus sentimentos. É através dela que a gente consegue ser sincero, dizer coisas que não conseguimos dizer cara a cara, falar tudo o que quer.

Enfim, chega uma hora que a gente precisa deixar as coisas fáceis, a internet, os e-mails, a falta de ‘calor humano’ de lado e dar espaço para as emoções e o carinho.

Beijo, Caio!

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