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Arquivo de dezembro, 2009

22/12/2009 - 15:15

O homem é quem controla?

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Okay, não estou afirmando nada com este início de post. Questão é: na maioria das relações, o homem manda. Não entendo o porquê, não sei o motivo, só sei que é assim. Na real, se eu tivesse que chutar, diria o seguinte: mulher é mais romântica, então o homem consegue tudo o que quer. Não é difícil ver por aí meninas que tiveram suas vidas destruídas por amarem demais. Ninguém nasceu para ser mandado por outro, não. É tudo uma questão de saber se impor…

Eu, aqui no iBoy, sempre disse o seguinte: quer namorar? Esqueça toda a sua liberdade e comece a planejar a sua vida novamente. Claro, é uma afirmação difícil de ser levada à sério e mais difícil ainda de ser colocada em prática. A real é que um namoro pede uma mudança drástica na sua vida. A partir do momento que você começa a ficar com alguém, você tem que aprender a ser mais maleável, a deixar um pouco o seu orgulho de lado e a ceder mais, para satisfazer quem você gosta. É aí que mora o perigo. Tudo, em exagero, faz mal.

Além de todos os problemas que as pessoas enfrentam em uma relação, você ainda precisa aprender a lidar com o seu sentimento e com você mesma. Amar não é, de forma alguma, se tornar submissa à outra pessoa. Amar é estar presente, ser paciente, se mostrar interessada. Não é, nunca, obedecer e fazer coisas que não gosta. Gostar de alguém implica em uma série de mudanças drásticas na forma de vida, de comportamento, mas não uma mudança de personalidade. Os homens, na maioria das vezes, gostam de comandar. Os homens gostam de todo o processo da conquista, desde o momento da paquera até a vitória. Depois, eles ainda gostam de se mostrar forte, de ser o macho da relação, de dar ordens. As meninas, românticas, sempre caem na lábia masculina e acabam obedecendo.

Não acho errado querer agradar, mas acho totalmente inaceitável ver alguém sendo controlada por outro. É aquela situação pastel, de você querer fazer algo e o menino não deixar, de você querer sair com uma roupa e ele proibir, de você querer ver seus amigos e ele ficar emburrado.

Um namoro, por mais que deva seguir a linha de ‘dois se tornam um’, é feito de duas pessoas diferentes, com hábitos e costumes diferentes. Sendo assim, nunca ninguém conseguirá ter, no outro, um escravo, um alguém que está sempre disponível para satisfazer as vontades.

Recebi um email sobre o assunto, por isso escrevi sobre isto aqui. Você já passou por uma situação parecida? Comente aí!

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15/12/2009 - 17:47

Depois da primeira vez, existe hora para fazer sexo?

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Uma leitora mandou um email com uma duvida que achei bastante interessante. Na verdade, provavelmente muitas garotas devem se perguntar a mesma coisa. Questão é: depois da primeira vez, do primeiro namorado, você tem que esperar um tempo para fazer sexo com um novo garoto?

As meninas, como eu já bem disse aqui há muito tempo, curtem esperar a hora certa para o sexo. Varia, é clara, de pessoa para pessoa. Algumas esperam o garoto ideal, outras a idade certa e poucas o casamento. Depois da primeira vez, no entanto, muitas desencanam e, pouco tempo depois de conhecer o garoto, já vão logo para o vamos ver.

A duvida da leitora é simples: quanto tempo devo esperar? Na real, como tudo na sua vida, isso vai de você. Você deve esperar o tempo que achar necessário. O sexo, acredito eu, rola devido a vontade de cada um. É assim: do mesmo jeito que você escolhe o primeiro, deve escolher o segundo, o terceiro, o quarto. Tudo depende dos valores de cada garota. Conheço gente que não se importa tanto para as questões que envolvem o sexo e gostam de ir para a cama logo de cara, assim que conhecem a outra pessoa. Em contraponto, conheço algumas meninas que esperaram anos para isto. E mesmo depois de ter feito a primeira vez, esperaram mais um belo tempo para a segunda.

Sexo é pessoal, relativo e, é claro, só você deve saber o que é melhor. Nunca vá na conversa dos outros (principalmente na dos meninos) para não se arrepender depois =)

E você, o que acha? Tem que esperar para o sexo depois da primeira vez?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags:
08/12/2009 - 17:02

Vivendo um namoro que não existe mais

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Chegou, semana passada, um dos emails mais complicados que eu já recebi na vida. Ela, 16 anos, apaixonada por um garoto que conhecia há um mês. Viveram um tempo tão bom de companheirismo, carinho e compreensão que a vida a dois se tornou a melhor coisa do mundo. Os amigos invejavam, é claro. Um dia, assim, do nada, ele terminou. Terminou daquela forma que um bom menino adora terminar uma relação: ‘tô no último ano do colégio, preciso estudar‘ ou ‘não quero ficar preso a ninguém‘. Ela, ainda apaixonada, resolveu tentar ficar próxima, para ser amiga, para não ser esquecida. E aí, do nada, ela se pegou na dúvida: ué, estou namorando ou não? Com a aproximação, ele cobrou atitudes, jogou, teve ciúme, pediu fidelidade – mesmo ela não devendo mais nada à ele. Ela vive em uma DR constante.

O problema da relação começou lá em cima, quando os dois se conheceram, viraram amigos e tentaram uma relação. Claro, não é impossível, mas eu acho supercomplicado uma amizade virar namoro. Sabe por quê? Porque eu acredito que quando a gente tem é amigo de alguém, trocamos muitos segredos que nunca trocaríamos com a pessoa que namoramos, por exemplo. Depois disso, a relação ficou ótima. Mas é claro, pô! Provavelmente, vocês continuaram sendo bons amigos, só que com uma pequena tensão sexual no meio da relação, no meio das conversas, das brincadeiras, do compartilhamento de vida. Quem assistiu algum episódio de Dawson’s Creek sabe do que eu estou falando. O seriado é um tanto antigo, mas a história é a mesma. Hoje em dia, temos algo parecido em Gossip Girl, com a Blair e o Chuck. O que quero dizer é: quando você conhece muito o jeito de uma pessoa, sabe as suas manhas e truques, acaba cobrando no namoro.

O menino, claro, deve ter se tocado que a relação de amizade tinha se tornado algo a mais, mas não tãããão a mais. Ele gostava de ser seu amigo, mas não queria ser preso à você como um namorado. Se ele terminou, o que você deveria fazer é ficar longe. Eu sei que a relação ainda é forte e dolorida, primeiramente porque você sempre gostou dele. Deve ter sido paixão à primeira vista, sem sombra de dúvidas, mas você alimentou uma relação de amizade para tentar se enganar, para chegar perto do garoto e compartilhar as situações da vida com ele. No instante em que vocês se beijaram, você já deveria saber que nunca, nunca mesmo, você conseguiria voltar com o que teve um dia. É uma escolha difícil que temos que fazer algumas vezes em nossa vida.

Em momento algum vale a pena você discutir com ele a relação – que já não existe mais. O correto, agora, é tentar se afastar o máximo possível. Sair com gente nova, diferente, tentar conhecer outros lugares para poder, assim, ocupar aquele espaço que era dele na tua vida. Só assim é que você vai começar a deixá-lo ir. De resto, tem que aprender dar tempo ao tempo. E respeitá-lo. Sempre que trocamos os pés pelas mãos, dá besteira.

Alguém já passou por uma situação semelhante, de viver uma relação que não existe mais? Comente aí!

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01/12/2009 - 16:28

De que vale o romantismo?

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Muitas meninas, ao mandaram e-mails perguntando sobre seus relacionamentos, ficam na dúvida sobre o romantismo dos meninos. Na real, muitas delas querem saber se existe a veia romântica na gente. Pois sim, ela existe.

Nós, garotos, como eu já disse muitas vezes aqui, temos uma certa vergonha de demonstrar o que sentimos. Além do mais, somos sempre cobrados para parecer o mais “macho” e insensível possível. Então é por causa disso que, muitas vezes, deixamos de agradar e paparicar quem gostamos. Claro, muitos sabem que estão errados e muitos nem percebem que isto é algo a ser resolvido, já que vivemos de uma forma na qual acabamos acostumados.

A pergunta é: de que vale o romantismo? Todo mundo sabe que é gostoso namorar. Todo mundo sabe que é gostoso ficar com alguém um tempo, tranquilo. Mas de que adianta ser romântico? Tem dias que eu penso que quanto mais você não mostra o seu amor, quanto mais você trata mal, mais o outro te dá valor. Se você decide se entregar em uma relação e viver o sentimento de corpo e alma, mostrar afeto, gritar para todo mundo ouvir, parece que a coisa desanda. Então, de novo, de que vale o romantismo?

Muitas meninas querem que os meninos sejam românticos. Daí, quando eles dão o máximo de si, quando eles mudam, elas reclamam que o namorado virou grudento. Muitas querem declarações apoteóticas, quando elas ocorrem, dizem que foi uma grande breguisse. Então, a gente também não entende nada. A gente sabe que vocês gostam de fofura, não somos bobos. O problema é que, muitas vezes, a gente é cobrado de certas coisas e não somos correspondidos.

Então, desta vez, vamos fazer o contrário. Vocês me ajudam. De que vale o romantismo?

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