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Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 12:39

Meninas que adoram chegam junto: qual é o problema, hein?

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Esse post poderia ser resumido em: “gente, acorda, a gente tá no século XXI e cada um faz o que bem entende da sua vida, tá?” Mas daí vocês iriam me odiar para sempre. O que acontece é o seguinte: o mundo evoluiu, a sociedade evoluiu, a economia evoluiu, a tecnologia evoluiu, a forma de se relacionar evoluiu, mas as pessoas, no entanto, parece que não conseguem acompanhar essa evolução para certas coisas. Antigamente – ou pelo menos no antigamente de Hollywood – era normal aquelas cenas em que o homem tirava a mulher para dançar nos bailinhos. Acredite se quiser, mas na quarta série eu ainda fazia isso no meu aniversário. Claro, as coisas já haviam mudado bastante, mas ainda tinha todo um charme. Hoje, a gente clama por liberdade sexual, por igualdade dos sexos, por salários maiores, por justiça na política… E ainda tem gente que recrimina as meninas que chegam junto? Oi?

Então, vamos lá. Eu, sinceramente, acho que a gente vive em uma bagunça que só. Começaremos pelo fato da evolução, da liberdade da mulher, das atitudes delas. Hoje, a mulher tem os mesmos direitos que o homem. Aqui no Brasil todo mundo é igual. E não sou eu quem tá falando isso, não. Tá lá no Art. 5º da Constituição Brasileira. “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I –  homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”. Claro, essas regras se aplicam à coisas mais sérias, como questões de trabalho, sociais e afins. Mas por quê não aplicá-las na nossa vida, já que fazemos parte desta Constituição?

Garotas, vocês são livres e iguais à nós. Não liguem para os rótulos que alguém pode lhe dar por tomar a iniciativa, por ter coragem e ir atrás do que você quer. Se você está afim de alguém, lute e consiga. Esse lance de ficar esperando os meninos chegarem… Xi, ando reparando que a gente tá mais lerdo do que nunca.

E para aqueles meninos que ainda fazem gracinhas e geram comentários sobre as meninas que chegam na gente, olhem só, já chegou a hora da gente se decidir, né? A gente reclama, reclama, reclama, mas também não fazemos nada. O máximo que rola é criar alguma música de funk rebaixando as garotas à cachorras. Bem, é outro assunto, ok. Mas e a igualdade aí, né?

Por um movimento a favor das mennias com atitude. Um beijo.

E vocês, o que acham do assunto?

Ps. Estou entrando de férias do iG, portanto, pode ser que o blog fique um pouco desatualizado. Mas não vou esquecer de vocês, não. Vou tentar continuar a rotina de posts, ok?

Autor: - Categoria(s): Posts antigos Tags: , ,
23/06/2009 - 12:41

A dúvida, o medo, a insegurança e a certeza do primeiro beijo

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Há algum tempo, eu já havia escrito aqui no iBoy um texto sobre o primeiro beijo, falando sobre o timing perfeito, dicas para ele não ser frustrante e algumas definições sobre o beijo. Porém, é notável que muitas meninas ainda sentem aquela insegurança antiga quando percebem que o momento da sua primeira experiência está próxima. Bom, é comum. Afinal, a gente sempre escuta que o primeiro beijo a gente nunca esquece, não é?

Para começar, esqueça esse lance de que você vai levar aquilo para a vida toda. Não é bem assim que as coisas acontecem. O primeiro beijo que vai ficar na sua lembrança é aquele primeiro beijo que você deu no menino que gostava, ou o primeiro beijo do seu namoro. Você vai lembrar a situação que a sua primeira vez, de fato, rolou, mas não vai conseguir guardar detalhes. Muitas pessoas desvalorizam o beijo, eu acredito que ele é mais pessoal do que o sexo. Um beijo de verdade demonstra carinho, afeto, consideração. Ele fala muito de você para a outra pessoa, define como será um possível relacionamento. Se o beijo não encaixa, é muito provável que todo o resto também não se encaixa. Afinal, um namoro começa pelo beijo, né?

Você não precisa “saber” beijar. Isso porque ninguém sabe. Como já disse, o beijo é pessoal, cada um tem o seu jeito, cada um sabe a sua maneira. Basta achar outras pessoas que combinem com esse seu jeito. Vai dar o primeiro beijo? Então a dica é: deixe ser levada. O garoto, provavelmente, vai saber o que fazer com você. Siga-o, acompanhe o ritmo dele, tente copiar o que ele está fazendo. Depois do primeiro choque, você vai poder descobrir o que gosta mais: se é um beijo lento, molhado, seco, rápido, com a mão na nuca, um beijo demorado, um beijo mais rápido… Aí é só começar a se impor, mostrar o que é que você gosta para quem você for beijar. Parece até simples, não é? Sim! Porque beijar não tem segredos. A gente meio que já nasce sabendo, rs.

Se o seu primeiro beijo for um desastre, você achar ruim, não se constranja. É normal que as pessoas achem a primeira vez de tudo ruim. O primeiro dia na escola, quando você não conhece ninguém, o primeiro dia no trabalho, que você conhece seu chefe, tudo é relativo.

Para não cometer gafes: vai beijar? Economize no batom (fica uma lambaceira só). Tome um drops, para não ficar encucada com o hálito. Não passe nenhum tipo de creme no rosto, a língua pode bater ali e deixar um gosto azedo na boca dele. Feche os olhos. Não sufoque ele com a sua língua. Pronto. Agora, o resto, é com você.

Item curioso: você sabe de onde veio o beijo? Pois bem, há muito tempo, lá em Roma, essa atitude não era um sinal de carinho, um jeito de chegar nas pessoas e começar uma relação, não. O beijo era uma forma de os homens controlarem o consumo de vinho das suas mulheres. Pois é, para ver se elas estavam com bafo, eles davam o nosso tradicional beijo, ou seja, lábios encostados, linguas entrosadas. Viu só? Pense que você vai tomar um vinho e dê um beijo!

E você, quer contar pra gente como foi o seu primeiro beijo? A gente super tá querendo saber!

Autor: - Categoria(s): Situações Tags: , , , , ,
16/06/2009 - 11:51

A melhor forma de dar – e receber – carinho em um namoro

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Especial Namoro Carinho. 1 – afago, carícia. 2 – meiguice. 3 – cuidado. Carinho é algo que todo mundo quer, mas ninguém sabe dar. Carinho para dormir, carinho no olhar, carinho com as palavras, carinho com a forma de demonstrar o amor, carinho na gratidão, carinho em datas especiais, carinho no sexo, carinho. Namorar e saber ser carinhoso é algo bem difícil e, para piorar, muitas pessoas confundem essa ‘ação’ com carícia. Se seguirmos no sentido denotativo da palavra, o dicionário pode acabar enganando. Carícia. 1 – demonstração de afeto; afago, carinho, meiguice. Não, está errado. Eu não acho que são sinônimos. Em um namoro, o melhor a se fazer é dar carinho. As carícias sempre surgem, mas elas, geralmente, acabam levando os dois para o lado sexual. O carinho leva os dois para o amor.

“Acho que carinho pode ser definido como uma coisa mais completa, que inclui não só o toque físico, mas atenção também. E carícia me parece mais físico, só”, diz Lili*, de 22 anos. Como o namoro é o tempo de descoberta, conhecimento, inovação e mudanças, o carinho é um dos pontos mais importantes da relação: é ele que vai definir se vocês vão ou não ficar juntos para sempre. Afinal, ninguém aguenta viver ao lado de outrem sem se sentir querido, importante, especial. No início, é comum que os pombinhos se apelidem, troquem muitos presentes, frequentem, juntos, os lugares queridos por um dos dois. Com o tempo, costuma-se dizer que a relação ‘esfria’. Na verdade, esta é a hora que evidencia que o carinho está indo embora.

Dar carinho não é só andar de mãos dadas ou lotar o outro de presente fora de ocasiões especiais. Apesar de isso ser muito bom, o ser humano precisa de mais. Movimentos simples, como adicionar um carinho enquanto andam de mãos dadas, pode mudar toda a ação. Fazer carinho na hora do beijo também é importante, é uma forma de você mostrar que está gostando daquilo e não quer que pare. O beijo, aliás, é uma das formas que mais demonstra o carinho do outro: um selinho quando se chega, um beijo inesperado, um beijo mais quente no cinema, um carinho extra, beijos incontáveis…

Além dessas ações de carinho, também é necessária aquela atenção especial para com quem se ama. Se preocupar, mostrar-se interessado nas conversas, discutir o relacionamento dos dois sempre que possível, de forma clara, objetiva, e sincera, ajudar na hora que surgem os problemas, ouvir, surpreender, dizer “eu te amo”, ser compreensível, aceitar mudanças, propostas de vida, imaginar um futuro à dois. São todas essas coisas que definem e prolongam uma relação.

Manter essa preocupação com o carinho acesa mesmo depois de anos de namoro é algo que muita gente não consegue. Aliás, a maioria das pessoas é boa em pedir carinho, mas nunca dá. Ou acha que dá, mas não é o suficiente. Carinho vai de cada um, basta você saber como agradar o outro. Ah! Não vale também fazer esperando receber. Isso tem que vir de dentro, do coração, e ser o mais sincero possível. A vida não funciona por trocas…

E você, como acha que é a melhor forma de dar carinho para o(a) seu(ua) namorado(a)?

* Nome alterado.

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, Situações Tags: , , , ,
09/06/2009 - 14:35

Tenho vergonha do estilo do meu namorado

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Especial NamoroHoje a moda anda proporcionando muitas novidades para os meninos. Por exemplo, antigamente, calça apertada era coisa de mulher, blusa curta era miniblusa e maquiagem era algo que nenhum menino nunca tinha tocado. Cada vez mais vaidosos, os garotos estão procurando formas de ficar mais atraente, chamar atenção e se destacar. O problema surge quando você começa a se envergonhar pela forma que o garoto se veste e se comporta.

Eu acredito que uma grande parte do processo de conquista vem a partir do estilo e do jeito do cara. Não fosse isso, talvez, os meninos não iam se preocupar tanto com a moda e com o que usar. Hoje, não é só mais as meninas que levam hoooras para se aprontar para ir para a balada, os garotos também querem se enfeitar, arrumar o cabelo, combinar a roupa… E não, isso não é coisa de gay, não. Se as mulheres lutaram pelos seus direitos, pela igualdade sexual, porque os meninos também não podem ter os direitos de se vestir bem e se preocupar com a aparência? Primeiro de tudo, você tem que colocar em sua cabeça que cada um tem um estilo, um gosto, uma forma de se destacar e de se sentir bem com o que está vestindo, com a sua forma física, com o seu rosto.

Se você não gosta de ALGUMA COISA que o seu namorado usa, você pode, simplesmente, falar para ele a real. “Oh, fulano, eu não curto esse lenço palestino que você usa, não. Acho feio, brega. Pode deixar de lado?”. Se ele concordar, ótimo. Se ele falar que ele curte, bom, você também não vai poder insistir e fazer com que ele deixe de lado algo do estilo dele, da essência. Aliás, mesmo se ele concordar, você não pode folgar e começar a criticar tudo, tipo a calça, a camisa, o tênis, a cueca… Tem limite.

Agora, caso você não goste nada do estilo dele… Bom, é muito complicado isso. Criticar alguém, falar da forma como uma pessoa se veste e se apresenta é uma coisa muito chata. É um ponto do relacionamento que, a partir do momento em que entra em pauta, nunca mais sai. Antes de tudo, para você criticar o estilo do garoto, você tem que saber em que terras estará pisando. É muito fácil criticar alguém sem ver o seu jeito, também. E outra: se vocês chegaram ao ponto de discutir o estilo de cada um, será que o namoro de vocês não está muito no marasmo, não? Porque, para chegar neste ponto, é que vocês estão tentando arranjar sarna para se coçar em outros lugares.

Caso você queira realmente investir no assunto, bom, não vai adiantar você encher o cara de presentes que você curte, mas sabe que ele não irá gostar. Só vai criar uma situação chata. Tente, sempre, conversar e mostrar alternativas para o garoto, diz que aquele estilo dele te deixa um pouco envergonhada e que você acha que ele deveria se preocupar, sim, com a beleza, mas você acha que ele está seguindo no caminho errado. A partir daí, leve a discussão em tom sincero, com cuidado para não ofender o garoto. Se no final vocês chegarem em um acordo, saia para o shopping e comece a dar dicas para ele.

Você já passou por uma situação assim? Como você fez para falar com o seu namorado qeu não gostava do estilo dele? Conte aí!

Autor: - Categoria(s): Posts antigos Tags: , ,
02/06/2009 - 13:05

Como demonstrar carinho às minhas amigas sem ser mal entendida

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Especial NamoroA maioria das meninas não veem problemas em andar de mãos dadas, abraçadas, sempre juntas. Quanto maior o grupo de amigas, melhor. E mais fofocas para fazer. O problema é que, muitas vezes, esse ‘andar junto demais’ acaba virando motivo de chacota para outras pessoas. Vivemos em uma sociedade onde as meninas têm o costume de viver juntas, fazendo demonstrações de carinho em público o tempo todo. Porém, ainda existe pessoas que enxergam isso com outros olhos…

Não, andar de mãos dadas não quer dizer que você é lésbica. Se você tem esse costume com as suas amigas, se você gosta de conversar, compartilhar, ser carinhosa, é o teu jeito e você deve mantê-lo. Não ligue para o que as outras pessoas falam, não. Provavelmente, elas têm inveja de você ter alguém que está sempre ao seu lado, alguém confidente.

E como fazer para ser carinhosa sem causar más impressões?

Claro que tudo tem um limite, né? Você pode andar despreocupada com o que os outros pensam, mas exagerar nos carinhos pode render papo para as más línguas que te circulam. Primeiro você deve se lembrar que você não precisa provar nada para ninguém. Portanto, continue fazendo o que você gosta. Agora, para calar a boca de todos de uma vez por todas, tente, também, se relacionar com meninos.

Na adolescência, é comum criarmos “panelas”, nos relacionarmos somente com aquelas pessoas que nos identificamos mais. Com esses laços que criamos, acabamos nos ‘escondendo’ do resto do mundo e fechamos o grupo em tantas pessoas. Aí parece que a nossa vida social é restrita àquilo: pensamos nos melhores amigos, pensamos nas coisas para fazer juntos, pensamos no próximo dia… E assim criamos uma rotina de pessoas, um grupo que a gente quer sempre ver e se restringir. Ali dentro, o mundinho é ideal. Nada nos abala, nada meche com a gente, ninguém briga, ninguém é falso.

Mas a gente cresce, né? E, um dia, assim como deixamos a barra da saia da nossa mãe, precisamos nos desprender desse mundo para dar a cara para bater lá fora. É aí que a gente começa a perceber as besteiras que os outros falavam da gente e a encarar as pessoas de outra forma. O mundo deixa de ser quatro, cinco pessoas legais para abranger 100, 200 ruins. E uma boa.

Mesmo depois dessa fase, se você manter um laço com suas amigas muito grande, é ótimo que você ande de mãos dadas, abraçadas, que brinquem. É delicioso ter alguém em quem se apoiar, sem ter vergonha e confiando. Porém, já vai estar na hora de se envolver com garotos, de entender os meninos, de participar da vida deles também. É assim que, sem querer, você acaba provando algo à sociedade, que não precisa de satisfação nenhuma, na verdade.

O que você deve fazer? Ignorar. Quem muito fala, tem inveja. Se você é feliz assim.. Ué, por que parar

E você, já passou por alguma situação assim? Comente!

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