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Arquivo de outubro, 2008

28/10/2008 - 13:36

Quando ex-namorada é realmente (e nada mais do que) uma ex?

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Existe todo um preconceito e medo que ronda as ex-namoradas, muitos acreditam que ex que é boa é ex morta. Não necessariamente nesta ordem, claro. Nós, meninos, que não somos bobos e nem nada, nunca vemos mal algum em andarmos próximos às nossas namoradas antigas. Claro, a gente não quer enxergar nada demais. Porém, para o outro, a situação pode ser bem chata.

Existe um milhão de tipos de ex-namoradas. Têm aquelas que continuam apaixonadas pelo garoto, têm aquelas que desencanaram totalmente e agora só querem a amizade, têm aquelas que não gostam mais do garoto, mas querem que todo o mal do mundo aconteça com ele… Enfim, a gente só tem que saber avaliar as pessoas.

Muitos garotos acreditam que as meninas, melosas que só, demoram muito tempo para esquecer os seus namorados. Quando a relação termina, existe toda aquela choradeira, lamúrias, e-mails e ligações para tentar consertar o acontecido. Porém, muitos meninos não se tocam que a gente pode demorar muito mais tempo para esquecer a antiga amada do que elas. Sei lá porque, mas a chance de uma recaída é forte quando nos deparamos com a ex e, por isso, sua namorada, que entende as mulheres e sabe como elas podem ser malvadas quando querem, fica com ciúmes.

O ideal, para os meninos, é tentar não ficar de muita conversinha com a ex, senão a sua garota pode acabar se magoando e isso pode gerar uma boa briga. Para as meninas, o certo é evitar ataque de ciúme – apesar de parecer difícil nesta situação. Afinal, agora é você quem está com ele, não ela.

E você, já teve problema com as suas ex?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , , ,
21/10/2008 - 08:34

Cinco coisas que você sempre quis saber sobre os garotos

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O homem é um ser humano do sexo masculino, animal bípede da família dos primatas pertencente à subespécie Homo sapiens sapiens. Quando criança , é chamado de menino. Quando adolescente, vira rapaz. Expliquei bem?

A ciência é muito vaga quando define, assim, por cima, os seres humanos. Homem que é homem é bruto, indelicado, chato. Mentira, a sociedade também é vaga – e preconceituosa – quando rotula alguém. Homem que é homem é bem mais complicado e, assim como nós, garotos, temos duvidas em relação às mulheres, é natural que vocês, garotas, tenham muitas duvidas em relação aos homens. Esse quadro só piora quando percebemos que, na real, somos muito mais fechados do que vocês. Sem querer, as meninas acabam falando abertamente os seus problemas e até suas soluções sem pudor nenhum. Um homem, no entanto, prefere esconder. Então cá estamos com cinco coisas que vocês sempre vão tentar entender no sexo oposto. Segura aê!

1 – Por que nós coçamos tanto o “moço”?
Existem duas situações que podem explicar o ato. As meninas sempre se perguntam por que a gente anda com a mão ali o tempo todo. A primeira – e natural – resposta é que, quando os pêlos da região estão crescendo, eles começam a raspar na coxa (ok, é meio nojento ler isso, né?) e até que o crescimento esteja finalizado, eles incomodam. Depois, claro, a coceira vai embora. Porém, parece que para alguns meninos a coisa nunca termina. Aí é por vontade própria mesmo. Sabe os rappers, que vivem com as mãos lá? Então, alguns garotos acreditam que isso exala virilidade. É, eu também não entendo.

2 – Por que não somos vaidosos?
De vaidoso, todo mundo tem um pouco. Acredite, não é que nós não somos vaidosos, a gente só não gosta de falar isso em alto e bom som pois, é claro, isso afeta a nossa masculinidade. Ou você acha que o nosso topete já acorda pronto? Claro que não! Tem gente que leva anos na frente do espelho para deixar o cabelo tinindo. Sem contar que muitos meninos podem afirmar que não são se importam nada com a aparência, mas daí você repara nas roupas, nos tênis e vê que sim, ele se preocupou com o que comprar: na cor, na marca, no modelo…

3 – Por que a gente não liga no dia seguinte?
Isso é muito relativo. A gente não liga porque muitas vezes saímos com a intenção de ficar com uma garota e só. Uma relação que dura somente uma noite e não se propaga para o dia seguinte. Claro que as meninas também saem com este interesse algumas vezes. A culpa, de fato, não é nossa. Pensando bem, balada não é lugar de querer arranjar namorado, né?

4 – Por que somos tão crianções?
Fisicamente, é notável que demoramos mais tempo para amadurecer do que as meninas. Logo, isso também acontece psicologicamente. A gente não quer ser crianção, nós somos pois simplesmente não enxergarmos isso. E atenção, isso não é uma coisa atual, nova, que veio com o computador e vídeo game, é desde sempre. As meninas sempre acabam tendo uma ‘rede social’ maior que a dos meninos, têm conversas mais sérias, se preocupam com a vida mais cedo. Os meninos não! Muitos pensam que a vida vai ser brincadeira para sempre e, por isso, não deixam de brincar nunca. Enquanto elas guardam as Barbies com 12 anos, a gente aposenta o carrinho só quando ficamos incapazes de dirigir.

5 – Por que só pensamos em sexo?

Não, a gente não é um bando de tarados e maníacos sexuais. De certa forma, a sociedade impõe que devemos fazer sexo e, claro, isso também vem da natureza humana. Eu, que não sou médico e nem nada acredito que a testosterona é mais forte (já que possuímos mais) na gente e isso acaba nos deixando um tanto quanto vidrados no assunto. A culpa nem é nossa, é do nosso corpo e, se demoramos para amadurecer, demoramos também para desenvolver um controle sobre isso.

Agora é com vocês aí nos comentários: mais alguma dúvida?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, sexo, Situações Tags: , , , ,
14/10/2008 - 10:28

Ciúme de celebridade vale?

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Todo mundo sabe que quando a gente é jovem, sempre nos ‘apaixonamos’ por um ídolo. Esse amor platônico não é nada demais, é claro. Só ficamos viciados em algum ator, cantor, apresentador de TV ou qualquer coisa do ramo. O problema é quando isso começa a afetar a nossa vida pessoal. Fanatismo tem lá as suas vantagens, mas pode acabar comprometendo alguns momentos da sua vida. A coisa fica feia quando a namorada não gosta nada de tal celebridade e ainda fica com ciúme, pois você está trocando o seu tempo livre para ficar fazendo algo relacionado à outra, não à ela. Daí complica.

Não, ciúme de gente famosa não vale. O ruim é que, muitas vezes, a gente nem percebe em que grau está nosso fanatismo e acabamos deixando de lado quem faz parte da vida real. Antes, em um namoro passado, eu cheguei a dizer para a menina que eu só trocava ela se uma tal cantora aparecesse na minha frente. Até hoje não sei como a garota interpretou isso… Para quem tem um namorado fã de uma banda, por exemplo, existem três alternativas:

1 – ou você compartilha o gosto do garoto, aprende a gostar das mesmas coisas que ele, discute assuntos relacionados com ele – já que ele sempre vai querer contar para alguém as últimas novidades sobre tal grupo, conversa e entende que aquilo é só uma coisa que ele gosta, mas nada que vai superar o amor dele por você.

2 – não precisa gostar da banda, mas é sempre bom ficar ao lado dele quando ele quiser ver um DVD novo, por exemplo, ou ouvir o CD fresquinho que saiu. Apesar de parecer bobeira, um esforço que dura, no máximo, duas horas, não mata ninguém, né?

3 – tenta mudar o gosto dele. Essa é a mais difícil e a que mais pode te trazer problemas. Eu acredito que quando a gente entra numa relação, acabamos por compartilhar todos os gostos, por mais estranhos que sejam, com a pessoa próxima. De um jeito ou outro, aquilo vai estar sempre ali, presente, de alguma forma, na relação de vocês.

O que não é legal é começar com joguinhos do tipo: “você vai ficar aí vendo vídeos dela ao invés de ficar aproveitando o tempo comigo?” ou “escolhe: ou eu, ou ela”. Pode parecer impossível alguém fazer isso, mas, acredite, eu conheço…

E você, já namorou algum fanático?

Autor: - Categoria(s): Situações Tags: , , ,
08/10/2008 - 09:04

Um dia, alguém tem que ceder

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É grande e antigo o preconceito com as garotas que liberam geral logo na primeira noite do encontro. Enquanto os meninos saem à caça livremente – sem data e hora para chegar no “finalmente”, as meninas têm de se manter firme e forte quando o assunto é sexo. Olha só que paradoxo em que a gente se meteu. Gostamos de sair à noite para caçar e esperamos que a caça seja capturada com facilidade, porém, se conseguimos o que queríamos, a caça perde o seu total valor. No mundo animal, a coisa é diferente. Mas como a gente não é bicho, temos de ser complexos.

Seria quase que uma revolução se todas as mulheres do mundo se reunissem em um movimento que seria contra o sexo na primeira noite. Se houvesse uma lei para isso, os homens iam endoidecer, mas daí, finalmente, aprenderíamos a dar o valor correto a elas. A real é que a gente não sabe o que quer. “Se ela se entrega toda logo de cara, não pode namorar, não. Imagina quantos outros caras já fizeram isso e como ela vai continuar fazendo enquanto estiver comigo”, afirma Rafael. Então ainda somos machistas demais. Homem pode, mulher não pode. Ninguém deveria namorar os meninos e as meninas deveriam se tornar lésbicas! Tá, brincadeira.

Nesta situação, eu não consigo nem dar um conselho para as garotas pois quem é de fato complicado somos nós. Bom, em primeiro lugar, a gente (homens e mulheres) deveria mudar um pouco de atitude e visão. Mas como isso não passa de ideais e o mundo está longe de ser perfeito, acho que cada um deve fazer o que der na telha e começar a prestar mais atenção em si, não nos outros. Se a menina está com vontade, ela tem todo o direito de sair às ruas para achar um menino e fazer o que quiser. Se os homens estão a fim, também. Só não vale depois ficar julgando que tal garota é X. Ninguém tem este direito…

Para as meninas, não se preocupem. Todo mundo, um dia, arranja a sua cara metade. E o melhor é que você pode testar quantas quiser antes… Por fim, você acaba encontrando-a em várias situações. E elas podem ser durante o sexo mais incrível da sua vida ou enquanto você trabalha, do outro lado da bancada colorida, sem ao menos perceber que ali está o grande amor da sua vida.

Autor: - Categoria(s): sexo Tags: , , ,
02/10/2008 - 09:00

Pegação em público tem limite?

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Que se atracar com alguém é uma das coisas mais gostosas do mundo, ninguém duvida. Demonstração de afeto em público também é muito agradável. Se unirmos o gostoso ao agradável a gente tem… pegação. É, o pessoal anda mesmo sem noção de espaço e mais sem vergonha do que nunca. Parece que pra onde a gente olha, tem alguém se pegando. Há uns anos, isso era só coisa de balada e lugares mais privados. Hoje, a galera tá achando que qualquer lugar é lugar de amasso.

Existe uma grande diferença – e, ao mesmo tempo, uma linha muito fina – entre “pegação” e “amasso”. Quando você tá com alguém no colégio, por exemplo, e começa a ficar de namorico com um garoto, o clima sempre acaba esquentando em algum canto. Claro que você tem toda uma repressão, já que ali é um lugar de estudo e qualquer passo em falso seus pais podem ser informados. Mas é bem normal ficar dando “uns amassos” em um canto mais silencioso, onde amasso é igual à uns beijos mais fortes, uma mão boba, uns carinhos e uns abraços apertados.

Já a pegação rola quando a pessoa perde as estribeiras e não respeita absolutamente ninguém que está em volta dela. Lambidinhas na orelha não é coisa de se fazer em público, não. Muito menos esfrega, esfrega. Todo mundo sabe que é gostoso, mas a gente gosta de fazer e não ficar vendo os outros fazerem. Existem situações que ficam até chatas, não é?

E você, acha que deve ter limite para a pegação?

Autor: - Categoria(s): Situações Tags: , ,
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