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Arquivo de setembro, 2008

23/09/2008 - 10:10

O que fazer em um namoro se não sexo?

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Cresçamos. Seria mentira dizer que uma das qualidades de namorar não é o fato de o sexo ficar muito mais fácil. Aliás, muita gente só começa a namorar porque isso é sinônimo de ter o sexo ali, pra quando tiver vontade. Béééé. Passo falso no relacionamento. Como eu já disse (e acredite, demoro pra aprender o que falo), o sexo é só um extra, nunca a prioridade. Pensando nisso, muita gente acaba reclamando que o namoro cai em uma rotina, ou seja, cai no sexo. Sexo agora é rotina? Antes as pessoas o queriam, agora querem evitá-lo. Com razão. Tudo em exagero, meus caros, enjoa!

O que você pode fazer para driblar a noite? Existem milhões de coisas mais gostosas (ou não!) para se fazer quando a gente namora. Uma grande vantagem dos relacionamentos é a companhia para qualquer hora, então porque não aproveitá-la? Existem os cineminhas, os jantares e os momentos românticos…

O que me vem na cabeça agora são aquelas cenas felizes de filmes americanos, onde um casal tá conversando na rua e os dois começam a se divertir com uma brincadeira boba, sabem? É exatamente aí que eu acho que mora a graça do relacionamento, essa intimidade grande e a falta de vergonha para fazer o que quiser com o outro, desde brincar no meio da rua até, sei lá, cozinhar juntos de noite e se divertir um monte com isso.

Engraçado é que quando a gente procura dicas de coisas para se fazer com nosso casinho, a gente sempre cai na mesmice do sexo. Ou as pessoas indicam um cineminha pra começar a noite e, depois, sexo, claro. Por que não um cineminha pra começar a noite e ela acabar com uma discussão sobre o filme, apenas?

O que importa é que qualquer coisa se torna especial quando você tem um namorado. Vai falar que aquele momento sentado numa margem do rio, que sozinha ou acompanhada de seus amigos não teria significado algum, mas acompanhado dele fica marcado para o resto da história? É disso que a gente precisa um pouco mais pra fazer os relacionamentos funcionarem de vez.

E vocês, o que fazem para passar o tempo com o namorado? Comenta aí!

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: ,
16/09/2008 - 17:08

Relacionamento aberto: cola ou não cola?

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Ah, essa modernidade. Nos tempos dos meus pais, namorar com alguém era sinônimo de exclusividade, de perda de liberdade, de estar apaixonado por uma pessoa, onde “uma” não é um artigo indefinido. Atualmente, muito se fala sobre os relacionamentos abertos, que são nada mais do que a falta de um relacionamento fixo, firme e viável. Em minha opinião, um relacionamento aberto pode ser duas coisas distintas. Vamos lá…

O primeiro caso é das pessoas que não descobriram ainda o amor. Ficar com alguém por segurança e por gostar bastante não quer dizer que você está apaixonada por tal pessoa, não. É aquele lero-lero de sempre, você só vai saber que está amando quando, de fato, amar. Por isso, muitos jovens entram nessa onde de relacionamento aberto. A pessoa é querida o bastante para ser “namorado”, mas não é grande o bastante para ser único. Entende a relação? Quando você não gosta de verdade de alguém, quando você não está apaixonada, você não vai ligar muito para o que a outra pessoa irá fazer. Rola, de vez em quando, até um pouquinho de ciúme, mas tudo é passável.

O outro caso é quando as pessoas realmente se amam, mas, por alguma falha, deixam que o relacionamento tome proporções “estranhas”. É aquilo, você segue o tempo todo por um caminho correto e, sem querer, você desliza… E gosta. Os relacionamentos abertos criados por quem realmente se gosta geralmente vêm de uma relação que perdeu a graça e precisa de um apoio, uma novidade para se manter viva. Daí os cônjuges acreditam que a opção é variar. Por mais gostoso que se pareça na hora, a insegurança que isso irá criar em cada um pode gerar o final definitivo da relação.

Eu, que sou cabeça oca e venho vivido um tanto, aprendi que relacionamentos abertos definitivamente não são legais. Ou você ama alguém e se entrega totalmente para tal pessoa – de corpo e alma – ou fica disponível para poder variar.

Claro que isso é a minha opinião e você pode não concordar com nada do que eu falei. Se tiver interesse, leia “O Amor Líquido”, de Zygmunt Bauman e, devagar, tente entender como funcionam os relacionamentos atuais.

E você, já viveu algum relacionamento aberto? Se sim, conte sua experiência pra nós! Se não, conte o que você acha do assunto nos comentários 😀

Beijossssssss

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos Tags: , ,
09/09/2008 - 14:09

Top 5 pessoas que são fáceis de se apaixonar

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TODO mundo, pelo menos um dia na vida, se apaixona pela pessoa errada. E o melhor é ouvir todas essas histórias. Por exemplo, e quando (clichê) a garotinha se apaixona pelo professor? É incrível como a gente escuta essas coisas, não é? Então aqui vai o top 5 pessoas que a gente sempre se apaixona um dia.

1 – O sexy, inteligente e charmoso professor
Essa é a mais comum. Todo mundo se apaixona pelo professor, é até incrível. Quando eu tava crescendo, até pensava em ser um pra fazer minhas alunas se apaixonarem por mim. Por que isso acontece? Ou é porque tem alguém precisando de nota alta ou pelo simples motivo de que a gente acaba passando muito tempo junto deles. E, claro que como estamos na escola, eles não podem fazer nada de mal contra a gente, são sempre uma fofura. Uma amiga um dia se apaixonou por um e, o pior, conseguiu o que queria. “Ele saia da faculdade e ia pro bar, eu ia junto, um dia rolou uma carona e foi… A gente se beijou no carro, mas ficamos só nisso. Ele era casado e tals”, disse.

2 – Pára tudo: a polícia chegou
Ache que isso fica mais para uma questão de fetiche. Qual é a menina que nunca parou para olhar um homem fardado? Pois é. Nesse caso, quanto mais bruto, mais sexy.

3 – Mamãe eu quero um emo!
Apesar de todo mundo criticá-los, acredite, eles pegam muita mulher. Por serem mais “sentimentais” e “românticos”, as meninas logo caem de amores por eles. Sem contar que, na maioria das vezes, os emos possuem um senso de estilo diferenciado da maioria dos outros meninos. Homem que não tem vergonha de mostrar as suas emoções não precisam ter medo de preconceitos, é disso que as mulheres gostam.

4 – Computador, videogame e seriados. Olá, nerd.
Acredite se quiser, mas as meninas têm uma quedinha por garotos nerds. Talvez por serem quietinhos, cheios de regras e corretos que eles conseguem conquistar os coraçõezinhos moles das mulheres. Ou, quem sabe, eles entendem tudo mesmo de química e física, né? Lembram do Seth Cohen, o personagem de Adam Brody em “The O.C.”? Todas as meninas eram fã do garoto!

5 – O namorado da melhor amiga
Esse é inevitável. A melhor amiga se apaixona por um garoto e… pumba, a amiga também. Vira e mexe a gente escuta essas histórias de paixão – muitos afirmam que é ciúme e medo, tudo para não perder a amiga.

Agora conta aí: quem que a gente não deve, mas sempre acaba se apaixonando?

Autor: - Categoria(s): Situações Tags: , ,
02/09/2008 - 11:17

Quanto menos você corre atrás, mais você o tem?

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Atendendo aos pedidos da Julia, que comentou no último post pedindo uma explicação de porquê quanto menos você corre atrás de seu namorado, mais ele corre atrás de você, vou tentar fazer um post simples e prático sobre o assunto. Na vida, todo mundo é obrigado a ouvir essa frase pelo menos uma vez. Logo quando a gente começa a namorar, alguém chega e diz que não é para você correr atrás da garota que só aí que ela vai te valorizar um pouco. Não posso dizer que é mentira, mas também não posso afirmar que é um fato. É um risco.

Minha mãe me fala que todo mundo gosta de ter um bobo no seu pé. Isso sim é verdade. Hoje em dia eu conheço muita gente que namora só para ter alguém atrás o tempo todo e, é claro, ter a segurança de que sempre que bater a vontade de beijar alguém, terá uma pessoa te esperando do outro lado. A grande questão é que, com isso, a gente acaba não enganando somente a pessoa que está conosco como enganamos à nós mesmos. Isso não é um relacionamento sadio para ninguém. Viver nessa vida de “mascarar a insegurança” só gera uma pessoa cada vez mais insegura. Ninguém precisa disso para viver, não é mesmo?

Voltando ao assunto de correr atrás, eu acabei acreditando que o ser humano gosta de ser mal tratado. Quando a gente quer dar carinho, a pessoa gosta, mas se sente querida o bastante para parar de te dar atenção. Por que isso acontece? Pois quando uma pessoa se mostra sempre presente, a outra acredita que vai tê-la a qualquer hora. É a mesma coisa da relação de comodismo que eu disse aqui em cima.

Quando a gente para de ir atrás de alguém, a pessoa logo sente esta falta e se toca que pode ter se acostumado errado, então vem atrás de você porque acredita que “te perdeu”. O objetivo, então, é reconquistar a pessoa para ela voltar a ficar ao lado da gente o tempo todo. Deu para entender a relação estranha que a gente acaba criando em nossa cabeça? Quando temos alguém para dar carinho, ficamos com medo de nos esforçar ao máximo para confortar tal pessoa porque ficamos com medo de que ela vai se afastar. Quando recebemos muito carinho, porém, acabamos nos enganando e acreditando que a pessoa vai nos dar carinho para sempre. Sem contar que, com isso, acabamos esquecendo que tal pessoa também tem necessidades de carinho e acabamos cobrando somente o que nos faz bem, mas nunca estamos presentes para as necessidades dela

De todas essas frases clichês que definem os relacionamentos, somente uma funciona pra mim: quando a gente perde é que a gente sente falta. Diz aí se não é verdade?

Autor: - Categoria(s): Relacionamentos, Situações Tags: , , ,
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