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Arquivo de agosto, 2008

26/08/2008 - 14:06

Mulher demais igual à vida de sobra?

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Pois quem disse isso não fui eu. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, revelou que homens – com mais de 60 anos – de 140 países poligâmicos vivem 12% mais do que homens de outros 60 países monogâmicos. Pergunto: quais são esses 140 países poligâmicos? Existe tanto país no mundo assim? Poxa vida! Voltando… As explicações para estes números seriam que homens que têm filhos passam a cuidar mais da saúde, pois têm outras pessoas com quem se preocupar e que as mulheres acabam, um dia, cuidando dos homens. Quando eles ficam viúvos, ninguém mais cuida deles. Owwn…

Conversa vai, conversa vem. Acabei entrando em uma discussãozinha sobre viver vários relacionamentos ao mesmo tempo. Quem nunca fez isso na vida que atire a primeira pedra. O problema é que é natural do ser humano buscar essas aventuras por fora do relacionamento. Por mais monogâmico que alguém afirma ser – isso levando em questão os princípios ocidentais de educação e vida – a gente sempre acaba dando uma pulada de cerca. Por que o homem – e a mulher, é claro. Homem, neste post, significa “ser humano”. É um problema de linguagem – faz isso? Simples: porque somos todos inseguros.

Explico. Quando a gente alinha a nossa vida com a de alguém, paramos com aquele lance de nos sentirmos desejados pelos outros. Por questões óbvias, paramos de sair tanto e, conseqüentemente, nos envolvemos com menos pessoas. Porém, chega uma hora no namoro que a gente precisa de um tempo pra nós. É quase impossível não passar por essa fase. Tem aquele período quando ficamos tão inseguros que achamos que nem o nosso parceiro sente mais desejo por nós. É aí que acabamos fazendo a besteira. Como evitar isso? Acho que é preciso todo um trabalho de auto-confiança e uma relação bem clara quando o assunto são as partes envolvidas nela.

E sobre manter duas relações ao mesmo tempo? Mentira tem perna curta, não é isso que a nossa mãe fala? Ninguém é de ferro e a gente sempre deixa escapar alguma coisinha boba, que vai acabar nos denunciando. O certo é não tentar ser poligâmico, não. O certo é curtir a sua relaçãozinha da forma mais segura possível. De vez em quando, um deslize é até perdoável. Mas isso, quando freqüente, machuca e muito.

Para quem quiser ler a notícia dos homens poligâmicos na íntegra, clique aqui.

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19/08/2008 - 12:28

E quando o sexo se torna a prioridade?

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“Ele é supeeeer fofo comigo, mas tem vezes que eu gostaria de ir para o cinema, comprar uma pipoca e realmente assistir o filme junto com ele. Ele me chama para a casa dele depois da aula, quando os pais dele não estão em casa, mas nem sempre eu topo, tenho medo da nossa relação se resumir somente a isso e todo o romantismo ficar de lado”.

A frase acima é de uma leitora do blog, que mandou um e-mail ontem de noite – momentos antes de eu decidir o que iria escrever aqui hoje – com uma dúvida que, bem, não é só dela. Sexo é bom, fato. Mas é difícil lidar com o assunto quando estamos na adolescência ou quando acabamos de descobrir o ato. Ontem mesmo eu me peguei pensando como que tudo gira em torno do sexo e como a indústria pornô enriquece. As músicas, as histórias, os programas de televisão, os filmes e até as séries infantis. Hoje em dia, tudo tem que receber uma pitadinha de sexualidade para funcionar. Até aqui, no iBoy, dá pra sentir que o pessoal participa mais quando o assunto é esse. A questão é: o sexo é o que movimenta um relacionamento?

Dia sim, dia não

Não existe um tempo ideal para fazer sexo, nem a quantidade mais bacana ou os dias que se deve praticá-lo. Há dias em que estamos meio jururus e queremos ficar quietinhos, ir ao cinema, jantar juntinhos e ficar só no chamego, com carinhos e beijos. Mas há alguns dias em que acordamos com tudo em cima. O problema do sexo é que, de tão gostoso, vicia. Muita gente peca em um ponto crucial no relacionamento, deixar o sexo ficar acima de todo o resto que é legal fazer a dois. Não é errado, de forma alguma, querer fazer amor todos os dias. Mas eu acho que tem que ter um limite, um bom senso e respeito. Nunca – nunca mesmo – o parceiro deve achar que o namoro é só sexo.

Para quem acha que está sozinha nessa, como a leitora que me mandou o e-mail, saiba que não. Quase todo mundo acaba passando por essa fase em um relacionamento. Tem gente que não vive no mesmo timing, que passa por alguns problemas em certa época da vida e acaba deixando o sexo para depois, como eu já disse aqui. Enquanto isso, o outro pode estar numa fase muito boa e, por isso, acaba deixando de lado as preocupações do parceiro e prioriza o sexo. E o pior: se o outro é sincero e diz que não vai rolar, começa a rolar toda uma paranóia de que o tesão se foi.

E o tesão, foi mesmo?

Não. É o seguinte, pense em antigamente, quando você ainda era virgem e ficava de casinhos com as pessoas do colégio. O sexo era obrigatório? Você não sentia atração pela pessoa mesmo sem ele? Pois bem, o tesão do seu parceiro não foi embora caso ele recuse o sexo. Você continua sendo atraente para ele e ele continua te achando linda – talvez mais do que nunca.

Uma frase que eu lembro até hoje é de uma amiga, que me falou que “existem coisas bem mais legais para se fazer a dois do que sexo o tempo todo”. Eu, que vivo num mundo distante e tenho a cabeça no céu, só percebi que isso é a mais pura verdade quando consegui ver a forma que a pessoa que eu amo me acalma.

Com sexo ou sem, a parte mais gostosa de qualquer relacionamento é deixar a sua vida ser compartilhada e misturada com a de outra pessoa.

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12/08/2008 - 14:49

O chiclete do meu scarpin

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Mulher é mesmo um bicho complicado demais e não, a gente não quer entender vocês. Desde pequenos, aprendemos que vocês sonham com um príncipe encantado, um cara que te dá rosas todos os dias e te enche de mimos durante o namoro. Daí a gente cresce e escuta que vocês sofrem por não ligarmos no dia seguinte da balada. Quando a gente cresce mais um pouquinho, o problema é que somos “rápidos” demais e nunca vamos descobrir o tal do ponto “G”. Tudo conversa. Depois de pensar um pouco, descobri que o forte de vocês é a reclamação. Por algum motivo, a gente nunca vai conseguir deixar vocês satisfeitas.

Faz de conta que você está ficando com o menino dos seus sonhos, o único probleminha dele é que ele é grude demais. Ele adora te ligar, adora mandar flores, adora te dar presentes, adora mandar mensagens de textos e você, a principio, adora tudo isso. Mas depois de duas semanas a coisa parece começar a ficar chata e você já está de saco cheio do garoto.

Na faculdade, tenho uma amiga que namora há cinco anos. Tempo, né? O cara é um fofo com ela. Liga o tempo todo, vai buscá-la todos os dias, manda flores, compra presentes etc. Sabe o que ela faz? Trai ele com outro garoto na faculdade. Isso é, vale a pena ser fofo se as garotas de atualmente não querem mais um príncipe?

A insegurança dele

Por outro lado, também tenho que apontar um motivo para que o garoto faça tantas coisas. Não é fácil para ninguém manter um namoro. Nós, como qualquer outra pessoa, de vez em quando ficamos cansados e a primeira pessoa que sofre com isso é a nossa parceira. Porém, nós temos nossas formas de conquista, certo? Existem muitos meninos que sofrem de uma grande insegurança quando entra num relacionamento e, por padrão, acredita que presenteando uma menina ele vai conseguir fazer com que ela fique com ele. Acha que é besteira? Acredite, dá pra comprar muita gente com bons presentes.

A reclamação dela

Tanto as mulheres quanto os homens prezam muito a sua liberdade e, quando se envolvem com alguém, sofrem um grande choque pois isso é uma das primeiras coisas que se perdem. Se a gente não liga, as meninas reclamam que não damos atenção, se ligamos, reclamam estamos limitando suas vidas. Existe um meio termo?

Sim, existe. Nós, garotos, temos que colocar na cabeça que não vamos conseguir controlar toda a vida da garota com telefonemas. Muitas vezes é só por isso que a gente faz, não para ser fofinho, não. O lance dos presentes é bem peculiar, tem gente – como eu – que simplesmente gosta de presentear (é a maneira mais fácil de arrancar um sorriso de alguém) e tem aqueles que dão por insegurança. De novo, discutir a relação se torna essencial. Se você arrumou um namorado chiclete, saiba modificá-lo e deixá-lo no ponto que você gosta. O que você está jogando fora hoje pode ser o que você mais vai querer amanhã.

E você, já ficou com algum menino assim?

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05/08/2008 - 13:51

Broxamos sim – e temos esse direito!

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Continuando a série “o que se passa pela cabeça dos meninos”, dessa vez eu vou falar daqueles que broxam. Por não ter muita experiência no assunto – na verdade, nenhuma, cof, cof – eu tive que buscar informações e… Tá, mentira. Mas isso é ótimo para exemplificar o que acontece com um garoto quando ele não está com tudo em cima. A primeira coisa que vem à tona é a vergonha.

Muitas meninas se preocupam se elas são as culpadas pelo garoto ter broxado na hora do sexo. Bééééé! Na maioria das situações, a culpa nunca é delas, mas sim nossa. Geralmente, o júnior é o mais afetado pelas situações de estresse em que nos envolvemos e ele acaba ficando desanimado, assim como a gente. Quando estamos passando por algum perrengue na vida, nem sempre estamos dispostos a fazer sexo e, quase que forçados, falhamos. Na nossa cabeça, isso é mais constrangedor para elas do que para nós mesmos. Olha só, quando broxamos, o medo – além de ficarmos encucados de se nossa virilidade está ok – é de que a parceira irá sair por aí contando para todo mundo.

Quando uma ocasião rara dessas acontece, a gente espera que a garota entenda e fique ao nosso lado, falando que é normal, que isso acorre com todo mundo e coisas fofas assim. Esse é um momento crítico para o nosso ego. Broxar, apesar de ser um assunto já muito discutido, é uma falha íntima, que precisa da atenção e compreensão da parceira. Eu, com 20 anos, não nego que nunca aconteceu. No começo da minha vida sexual, a pressão e o medo de ter um bom desempenho fizeram com que, na hora H, apesar de todo o tesão, o bichinho ficasse quieto. Com medo, do outro lado, ouvi as melhores palavras e relaxei. Depois, no outro dia, a gente tentou de novo e tudo fluiu normalmente.

Porém, alguns amigos – principalmente nos casos em que o sexo é só uma diversão com alguma desconhecida, só por uma noite – já contaram que tiveram casos bem difíceis em que a moça ficou caçoando da cara dele. Não é uma besteira, tem um peso grande pra gente e pode acabar nos complexando. Então, o que queremos é apoio e só. Se você perceber que não vai rolar, não fique tentando de tudo para fazer o bicho se levantar. Logo após broxar, a última coisa que o moço vai querer é uma menina em cima dele. A gente fica preocupado, com um tanto de mau humor e desanimados. O certo é dar um tempo, ir comer alguma coisa, ver um filme, conversar sobre a vida e, depois, quem sabe, tudo não volta ao normal?

Resumindo: a culpa não é de ninguém, não há muito o que se fazer e nós ficamos, de fato, chateados. Se você estiver com alguém que broxou, finja que nada aconteceu e leve o momento de boa, tentando desconversar e falar sobre algo diferente. Depois, mais pra frente, com certeza o menino vai lembrar disso e relaxar mais.

Você já ficou com alguém que broxou? Conta qual foi a sua reação nos comentários e, meninas, aproveitem para deixar o que passa na cabeça de vocês para nós, garotos, tentarmos entender vocês melhor!

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